Colar de rainha egípcia, com 673 diamantes, foi roubado em pleno dia, em Viena, Áustria. A polícia investiga dois homens que entraram no museu com bilhete e de cara destapada.
A segunda edição do cheque-livro, que encerrou na segunda-feira, apresenta uma emissão de 52.448 vouchers, dos quais foram usados 45.075, cerca de 85,9% dos emitidos, anunciou na terça-feira, 1 de setembro, o Ministério da Cultura.
Janeiro na Fundação Gulbenkian traz uma série de propostas que, não sendo um antídoto para os males do mundo, será certamente um elixir para os próximos tempos. De Bizet e Bellini à Grande Missa de Mozart.
Erling Kagge narra aqui a história da perseguição do sonho de atingir esta região remota e inóspita, onde há um único nascer do sol por ano e um único pôr do sol, a que se seguem seis longos meses de escuridão. Sonho esse que o próprio concretizou já por duas vezes.
Até os mais indiferentes à arquitetura contemporânea se vão render à experiência que a Vitra proporciona no seu campus. Oito Pritzker e um punhado mais de grandes arquitetos, design de excelência, exposições e visitas guiadas. Um festival para os sentidos. E um excelente programa para viajar em família.
Novidade este ano é a Mesa de Honra, posição de destaque onde, durante dois anos, têm lugar garantido os vencedores do ano anterior das categorias Top 10 Restaurantes, Top 10 Chefs, Mesa Diária, Evento do Ano e Loja Gastronómica do ano, votados por um painel alargado de mais de 300 participantes, ficando assim, temporariamente, fora da disputa, beneficiando do estatuto alcançado.
A Travel and Tour World divulgou esta semana o seu ranking oficial das Top 50 cidades para celebrar a Passagem de Ano em 2026, destacando os destinos mais emocionantes, culturais e influentes para receber o novo ano. Lisboa ocupa a 30.ª posição, enquanto o Brasil subiu ao pódio, em primeiro lugar, seguido pela Austrália e por Londres.
O arquiteto Frank Gehry, autor do Museu Guggenheim Bilbao, em Espanha, morreu hoje, aos 96 anos, em Santa Mónica, Califórnia, noticiou o jornal The New York Times.
As salas portuguesas de cinema receberam em novembro 663.304 espetadores, o que representa um decréscimo de quase 32% face ao mesmo período do ano passado, revelou hoje o Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA).
“Fórmula 1: As Lendas” revela os riscos, o talento e a coragem de 32 pilotos para quem rolar a alta velocidade era paixão e forma de estar na vida. Entre o pódio e a força do atrito, os medos e a sede de vencer, muito há para contar.
O Museu de Arte Contemporânea Armando Martins é um destino cultural pioneiro que une arte, arquitetura e alojamento de luxo. Uma coleção de arte sonhou um museu num palácio, paredes-meias com um hotel de 5 estrelas. Difícil é resistir-lhe.
É uma verdade incontestável. 2026 está ao virar da página. Mas dezembro pode ser um elixir de música no retângulo lusitano. Das salas habituais às igrejas e conventos, fique atento à ‘banda sonora’ da época festiva que aí vem.
Como oficial da marinha francesa, Pierre Loti foi cinco vezes ao Japão, entre 1885 e 1901. Fascinado por paisagens e civilizações exóticas, o arquipélago nipónico inspirou-lhe dois dos seus romances e este relato de viagem.
A primeira câmara portátil da história, adotada como ‘best friend’ por grandes fotógrafos e comuns mortais, é uma espécie de clube de motards da fotografia. Clássica, sim, tecnológica, também.
A uma deliciosa peça de edição limitada. O convite partiu das Faianças Bordallo Pinheiro à designer Joana Astolfi, uma fã assumida do humor bordaliano. Agora, acrescenta-lhe a sua patine.
O espaço como ferramenta de futuro pelo traço de Burle Marx, expoente do modernismo brasileiro, e uma forte aposta na arte portuguesa e em jovens estreias marcam a programação do MAC/CCB para 2026.
Foi a última peça que Frank Zappa compôs, um ano antes da sua morte, e que ainda viu editada cerca de um mês antes de deixar o planeta Terra, em 1992. Zappa escolheu o Ensemble Modern para interpretar “Yellow Shark”, considerado pelo compositor americano como um dos projetos mais gratificantes da carreira e a melhor representação da sua música orquestral.
A escolha das premiadas é feita por um júri independente, presidido por António Lobo Xavier, que todos os anos identifica mulheres cuja vida e obra ecoam os valores de Dona Antónia.