Voos de e para China vão aumentar até ao fim da primavera

As ligações domésticas da segunda maior economia do mundo vão subir 34% em relação a 2019, antes da Covid-19. Já as viagens aéreas internacionais de 22 países, inclusive Reino Unido e da Itália, aproximam-se ou ultrapassarão os níveis pré-pandemia no inverno/primavera.

Voos de e para China vão aumentar até ao fim da primavera
6. China Southern Airlines (China) – 4.475 milhões de dólares (4.148 milhões de euros)

Os voos dentro da China vão aumentar 34% em relação ao número de viagens que eram realizadas antes da pandemia, de acordo com a informação transmitida pela Administração de Aviação Civil da China e divulgada este sábado pela “Reuters”. A subida dos voos domésticos deve-se à necessidade de recuperar o negócio das companhias chinesas e será acompanhada, embora a ritmo inferior, pelos internacionais.

O plano para a temporada de inverno/primavera, que será oficialmente lançado no domingo pelo regulador chinês da aviação, prevê 96.651 voos domésticos por semana até ao próximo dia 30 de março, mais 34% do que no mesmo período há quatro anos, e 7.202 novos voos semanais decorrentes da abertura de 516 novas rotas domésticas.

O aumento dos voos domésticos centra-se nas ligações entre aeroportos regionais e centrais, como Xangai, Pequim e Guangzhou, segundo a agência noticiosa, que cita a CAAC News. Apesar deste reforço local, os voos internacionais também estarão a recuperar até 71% face ao pré-pandemia.

A previsão é que, nos próximos cinco meses, sejam realizados 16.680 voos semanais de e para fora da China. No caso de voos de e para 22 países, inclusive Reino Unido e  Itália, aproximar-se-ão ou ultrapassarão os números de 2019.

Na sexta-feira, as principais companhias aéreas da China – China Southern Airlines e China Eastern Airlines – reportaram os primeiros lucros trimestrais – de 4,2 mil milhões de yuans (543 milhões de euros) e 3,6 mil milhões de yuans (465 milhões de euros), respetivamente – em mais de três anos. Os resultados financeiros das transportadoras aéreas de Guangzhou e Xangai sinalizaram que dificuldades geradas pela Covid-19 poderão ter ficado para trás.

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