Entra também no STOXX 50 a Engie e sai a Wolters Kluwer. No STOXX 600 entra o Banco Nacional da Grécia e o Alpha Bank e saem a JD Sports Fashion, o Thule Group e a Fraport AG.
Enquanto a Alemanha prepara cortes que podem atingir 100 mil postos de trabalho, a Autoeuropa recebe investimento e foi escolhida para fabricar o futuro elétrico da marca.
No discurso proferido na principal fábrica de Wolfsburg, Blume indicou que estas medidas são necessárias porque os custos fixos do construtor automóvel são 30% mais elevados do que os dos seus concorrentes. Acrescentou ainda que a cifra frequentemente citada de 50.000 despedimentos adicionais a nível mundial é um cálculo teórico e não um objetivo fixo.
O CEO do Grupo Volkswagen, Oliver Blume, alertou que os problemas enfrentados pelo setor automóvel vão intensificar-se nos próximos anos, sublinhando a necessidade de cortes de custos profundos para garantir a sobrevivência da maior fabricante automóvel da Europa. As declarações surgem num momento em que a empresa se prepara para semanas de negociações cruciais sobre o seu plano de reestruturação.
A companhia previa inicialmente 50 mil despedimentos, mas num documento interno admite que possa aumentar o número para reduzir desvantagem competitiva face aos rivais.
A Volkswagen prevê ainda diminuir a sua capacidade de produção de 12 milhões de veículos por ano, que tinha antes da pandemia da Covid-19, para nove milhões de veículos por ano.
De acordo com a XTB, a dimensão da reestruturação supera processos históricos, como o da General Motors durante a crise financeira de 2009. Além da redução da força de trabalho, a fabricante alemã prevê cortar em 15% o investimento em Investigação e Desenvolvimento (I&D) ao longo dos próximos cinco anos.
A empresa sediada em Wolfsburgo já tinha delineado planos para cortar 50 mil postos de trabalho na Alemanha até ao final de 2030 e afirmou que pretende reduzir a sua capacidade de produção automóvel no país em 500 mil unidades.
"É assim que estamos a tornar a electromobilidade economicamente viável no segmento de volume e acessível às massas", afirmou Thomas Schäfer, CEO da marca VW, num evento em março.
Depois do ‘annus horribilis’ de 2018, com vendas a afundarem 30%, os novos donos da distribuidora nacional da Volkswagen já superaram as metas definidas. Novo objetivo? “Reconquistar a liderança do mercado”.
O CEO da Volkswagen, Oliver Blume, e o diretor financeiro, Arno Antlitz, apresentaram um plano de poupança "massivo" numa reunião fechada com os principais executivos da empresa, em meados de janeiro, de acordo com a Manager Magazin.
As rainhas da indústria automóvel em Portugal registaram um bom ano de produção de veículos 'made in Portugal'. A nível nacional, foi o segundo melhor ano de produção automóvel.
Pela primeira vez, fábrica portuguesa da Volkswagen vai ser liderada por uma mulher que vai presidir ao lançamento do novo carro elétrico low cost a partir de 2027. A nova diretora tem defendido mais mulheres no setor da produção automóvel.
São duas estreias: Autoeuropa vai ter uma mulher e de nacionalidade espanhola a liderar a fábrica pela primeira vez. Atual diretor deixa o cargo ao fim de 4 anos e ruma à sede da companhia.
Até ao final do terceiro trimestre o grupo Volkswagen regista um lucro de 3,4 mil milhões de euros, uma descida de 61,5% face aos 8,8 mil milhões de euros do período homólogo.
Os construtores chineses de carros elétricos estão a invadir o mercado, mas agora com maior concorrência europeia, no mercado que todos querem conquistar.
SUV produzido na maior fábrica nacional tem rendido muito dinheiro aos alemães da Volkswagen desde o seu lançamento em 2017. Oito ano depois, é renovado de alto a baixo. Sinal dos tempos: só passa a haver versões híbridas.