A obrigatoriedade de “trabalho social” invoca a reprovação moral de quem alegadamente “não faz nada” e, por isso, se necessita de algo, tem de o “merecer”.
É a primeira exposição individual do artista holandês Willem de Rooij em Portugal. Abre portas a 21 de fevereiro e propõe uma reflexão sobre as noções contemporâneas de vigilância e proteção. No espaço Lumiar Cité, a ética e a política cruzam-se com a etnografia.
Lembrando que este ano ocorreram “mortes fora da época balnear, em praias que não estavam vigiadas”, a ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, disse querer “evitar que isso volte a acontecer ou, pelo menos, minimizar” a possibilidade dessa ocorrência.
Não transformar o mundo, não pensar o mundo, impedir ambas, é apenas o corolário do que está ainda mais profundamente em causa: um projecto de dominação dos próprios modos por que se pensa.
Não tenho qualquer dúvida sobre o contributo que a IA tem e terá ainda mais em diferentes áreas do conhecimento. O que me deixa apavorado é a exploração que um grupo muito restrito de empresas está a fazer dos nossos dados privados sem pagar um cêntimo e sem que isso nos mobilize.
A dirigente do sindicato, Maria José Afonseca, referiu ao Económico Madeira que as situações de incumprimento salarial já duram desde fevereiro de 2023. O Económico Madeira tentou contactar a empresa para esclarecer se existem salários em atraso, ou não, mas não obteve resposta até ao momento.
A Câmara do Funchal espera que o sistema esteja instalado até final do verão de 2024, estando referenciados 40 locais, sobretudo na baixa da cidade, disse a autarquia.
Uma grande parte dos utilizadores, mais ou menos consciente dessas práticas, continua a clicar em todos os consentimentos, a participar nas redes sociais e a aderir alegremente às inovações que vão surgindo.
O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa pode, se quiser, transformar-se no verdadeiro líder da oposição, condicionando, assim, o natural crescimento desta no parlamento ou fora dele.
Se o "amanhã" do artista Fábio Colaço traz crítica social com ironia e fino humor, o seu 'show que não pode continuar' alerta para os venenos do vil metal, desde a Antiguidade até aos dias de hoje. Duas exposições para ver em abril.
O mais recente filme do realizador iraniano, “Ursos não há”, premiado em 2022 em Veneza, está nas salas de cinema em Portugal. Apesar de todas as restrições, nunca deixou de filmar.
Será este o momento para “americanizar” o mercado? Quais as vantagens e desvantagens destas alterações para a sociedade? Será legítimo impor estas alterações às ordens profissionais?