A "corrida verde" do século XXI não se fará sem as Áfricas. Abre-se uma oportunidade de poder negocial desde que usado com inteligência, unidade e com base em interesses próprios.
O Papa Francisco desafiou o dogma do mercado, defendeu os pobres e propôs uma nova ética para o capitalismo. Agora, o que fará o mundo com o seu legado?
É urgente a diversificação da economia portuguesa para setores de maior produtividade, com realce para a reindustrialização, que teve menos medidas no recente Pacote Económico do que o turismo.
Não podemos continuar a aceitar políticas de 'greenwashing', que, em nome da “transição verde”, consomem recursos financeiros de eficácia duvidosa, onerando as presentes e futuras gerações e sacrificando os valores naturais que a todos pertencem.
Ano após ano, enquanto assistimos a manobras e táticas para empatar a tomada de ação, os eventos climáticos extremos continuam a fazer sentir a sua fúria. Urge combater esta resistência, ou inércia, à mudança.
A ecologização do Orçamento do Estado é um tema que há muito consideramos central na forma de fazer política e de gerir um país, enquanto instrumento crucial para a inevitável ação climática e a incontornável transição verde.
Subida da inflação, salários controlados e aumento dos juros com reforço de restrições à concessão de crédito, a somar a rendas de casas incomportáveis para muitos. Uma conjuntura perigosa para os próximos dois anos.