A procura por ações ligadas à inteligência artificial impulsiona os títulos da gigante tecnológica, ajudando-a a tornar-se o maior grupo do país em valor de mercado.
As empresas mais afetadas estão a ser a Stellantis, dirigida pelo português Carlos Tavares, que desvaloriza 4,14%, enquanto que a Volkswagen cai 2,16% e a Nissan desce 3,64%. A Tesla, de Elon Musk, que esteve envolvido na campanha de Donald Trump, e que deve entrar na administração do executivo norte-americano, fechou a sessão de ontem a cair 3,96%, mas em pré-mercado está a subir 0,53%.
A intenção da Toyota passará por tornar a ilha de Kyushu, em Fukuoka, num ponto central da sua cadeia de produção para veículos movidos a bateria, um local que servirá também como base de exportação para a Ásia.
O volume de vendas da Toyota, a maior empresa automóvel do mundo no que toca a vendas, foi de 45,1 biliões de ienes (270,6 mil milhões de euros), um aumento de 21,4% face ao ano anterior.
“O companheiro @geraldoalckmin [vice-presidente, Geraldo Alckmin] vai participar do anúncio de investimento desses 11 mil milhões de reais da Toyota no Brasil. Mais um passo importante na economia brasileira. As empresas privadas voltaram a investir no futuro do Brasil”, escreveu Luiz Inácio Lula da Silva na rede social X (antigo Twitter).
A Toyota, a maior fabricante automóvel do mundo em volume de vendas, registou um lucro operacional de 4,24 biliões de ienes (26,6 mil milhões de euros) entre abril e dezembro, mais 102,1% do que no mesmo período de 2022.
O acordo apoiará a expansão da linha de veículos elétricos a bateria da Toyota, que inclui um novo modelo que será construído numa fábrica em Kentucky.
O grupo automóvel oriundo do Japão teve receitas de 10,54 mil milhões de ienes (na ordem dos 67,27 milhões de euros), depois de um crescimento homólogo de 24,2%.
O volume de negócios da empresa subiu 18,8%, em termos homólogos, para 480,2 milhões de euros O grupo propõe distribuir 8,5 milhões de euros em dividendos, de 25 cêntimos por ação.
Tesla vale cinco vezes mais do que valia em 2019. Esta é a primeira vez que uma marca exclusivamente elétrica ascende ao trono do ranking efetuado pela Brand Finance.