A procura por ações ligadas à inteligência artificial impulsiona os títulos da gigante tecnológica, ajudando-a a tornar-se o maior grupo do país em valor de mercado.
Do montante total, a fábrica situada no estado do Kentucky receberá 800 milhões de dólares (cerca de 690 milhões de euros) para preparar linhas de montagem de novos modelos elétricos, além de aumentar a produção dos veículos Camry e RAV4, segundo detalhou a empresa num comunicado de imprensa.
O grupo empresarial, que também inclui os fabricantes Daihatsu Motor e Hino Motors, registou a venda de cerca de 11,32 milhões de veículos ao longo do ano passado, uma subida de 4,6% e um novo recorde anual.
Começou por fabricar carroçarias para autocarros e vender carros japoneses, mas multiplicou o negócio e hoje está presente em 48 países. Foco para este ano é o mercado europeu.
O anúncio surge num momento em que Washington pressiona o Japão a realizar investimentos de 550 mil milhões de dólares (474,57 mil milhões de euros) em solo norte-americano, em troca de uma redução das taxas alfandegárias impostas às empresas japonesas.
As taxas aplicadas desde abril pela Administração norte-americana de Donald Trump reduziram significativamente os lucros líquidos da líder mundial do setor automóvel, que caíram para 1,77 biliões de ienes (10 mil milhões de euros).
Entre janeiro e junho, a Toyota Caetano lucrou 10,3 milhões de euros. Os dados anunciados esta sexta-feira (26 de setembro) mostram uma descida de 25,2% face ao mesmo período de 2024.
As taxas aplicadas desde abril pela Administração norte-americana de Donald Trump reduziram significativamente os lucros líquidos da líder mundial do setor automóvel, que caíram para 841,345 mil milhões de ienes (4,895 mil milhões de euros), bem como o seu lucro operacional, que diminuiu 11%, para 1,16 biliões de ienes (6,749 mil milhões de euros), de acordo com os resultados apresentados hoje.
O acordo comercial alcançado entre os Estados Unidos e o Japão está a motivar uma onda poderosa de valorizações nas ações globais, com os investidores mais confiantes com o alívio das tensões comerciais.
"A Mitsubishi Fuso Truck and Bus Corporation, notifica a fusão com a Hino Motors, Ltd., subsidiária da Toyota Motor Corporation", segundo a notificação da AdC.
Segundo o analista de mercados do Millenium, Ramiro Loureiro, "Wall Street arranca em alta ligeira, no dia em que se aguardam as contas da NVIDIA, que irá reportar após o fecho da sessão norte-americana".
Este aumento deve-se a um incremento de 23,1% nas vendas e de 20,3% nos serviços prestados, refletindo a adaptabilidade da marca num setor em transformação constante.
Através da parceria será explorada a tecnologia autónoma da Waymo bem como a experiência acumulada da Toyota ao nível dos veículos, no sentido de se melhorar os veículos de propriedade individual da próxima geração.
A informação foi dada pelo jornal japonês Nikkei Asia, que refere que os dois grupos pretendem estabelecer uma holding para as unidades de camiões e colocá-la na bolsa de valores de Tóquio em abril do próximo ano.
Um dos produtos mais importantes do mundo viu a sua afinado produção virada do avesso com a decisão de Donald Trump. E quando todos tentavam acomodar as novas tarifas, veio a moratória de 90 dias. A uma paragem abrupta das encomendas, sucedeu uma catadura inesperada de novos pedidos.
O cartel foi denunciado pela Mercedes-Benz à Comissão Europeia, o que lhe permitiu evitar a coima no âmbito do programa de clemência, enquanto 15 outras fabricantes de automóveis admitiram o seu envolvimento no cartel e concordaram em resolver o caso, não se escapando porém às multas.
Os Estados Unidos vão introduzir tarifas no setor automóvel em abril. Fabricantes como a Volkswagen, a Hyundai-Kia, Mercedes, e a Nissan seriam "as mais afetadas", como salientam os analistas consultados pelo JE).
Um porta-voz da Toyota salientou que o aumento nos preços dos componentes seria determinado caso a caso, acrescentando que um ponto de referência seria os mais de 6% de aumento salarial que a Rengo, uma das estruturas que representam os trabalhadores, tem reivindicado junto das empresas.
Vendas anuais e lucro operacional mais fracos não demovem a Toyota de manter o estatuto de maior fabricante automóvel mundial. O grupo nipónico revelou construir uma fábrica em Xangai focada na eletricidade e na marca Lexus.