As mais penalizadas entre as Sete Magníficas foram a Alphabet e Tesla, ao fecharem a sessão bolsista de quinta-feira, com desvalorizações de 6,8% e de 14,5%.
A valorização da SpaceX fez a fortuna de Elon Musk, que detém também a Tesla, subir em142 mil milhões de euros, face à posição de 42% que possui na empresa.
Apesar de várias reticências – 25% não concordaram, entre eles o fundo soberano norueguês – os acionistas asseguram assim a permanência do bilionário à frente da administração da empresa na próxima década.
A BYD atingiu a liderança mensal nas vendas de veículos 100% elétricos em Portugal, no mês de outubro, com 459 unidades. Tesla vendeu 144 automóveis no mesmo período.
Segundo a ‘Reuters’, o plano foi elaborado tendo por base o desempenho e pretende reter e motivar Musk a ficar na empresa por pelo menos mais sete anos e meio.
Carlos Tavares prevê que possa existir uma separação entre os negócios europeus e norte-americanos da Stellantis. Quanto à Tesla, o gestor português refere que não se pode descartar a saída da Tesla do setor automóvel para se focar em áreas como os robôs humanoides, a SpaceX, ou a inteligência artificial. "Não tenho a certeza se a Tesla ainda existirá daqui a 10 anos. É um grupo inovador [Tesla], mas será ultrapassado pela eficiência da BYD", avançou Carlos Tavares.
Parte da fortuna de Elon Musk resulta da participação que detém em empresas como a Tesla (12,4%), SpaceX (42%) e xAI (53%). Estas empresas estão avaliadas em 1,2 biliões de euros, 340 mil milhões de euros e 170 mil milhões de euros. Este ano, a empresa de carros elétricos já valorizou 21% em bolsa.
Enquanto outros fabricantes lançam novos modelos elétricos, a Tesla tem concentrado os seus esforços no desenvolvimento de robotáxis e robôs humanoides. A marca, que já deteve mais de 80% do mercado nos EUA, representou 38% das vendas totais em agosto.
A Nvidia liderou as Sete Magníficas (Alphabet, Amazon, Meta, Tesla, Microsoft, Apple, Nvidia) nos resultados do segundo trimestre. Este grupo de empresas cotadas nos mercados financeiros viu as suas receitas aumentarem 15% e o lucro operacional disparar 24%. A Tesla foi a única que apresentou quebras nos parâmetros em análise.
Enquanto a Tesla mantém sua posição de liderança global no setor de veículos elétricos, duas fabricantes chinesas — a XPeng e a Nio — começam a ganhar destaque nos mercados financeiros.
Mas Mark Zuckerberg não concordou com a ideia apresentada por Elon Musk, refere a agência noticiosa Reuters. A revelação foi feita em documentos judiciais no âmbito de um processo que envolve Elon Musk e o proprietário da OpenAI (que detém o ChatGPT), Sam Altman.
A fabricante chinesa tem conquistado uma fatia crescente do mercado de elétricos em Portugal, ao mesmo tempo que a Tesla mostra sinais de desaceleração.
De acordo com o jornal de Hong Kong South China Morning Post, que se baseia em dados da associação patronal CPCA, a fábrica – a maior da Tesla no domínio da montagem a nível mundial – entregou cerca de 68.000 veículos a clientes na China e no estrangeiro no mês passado, o que representa uma queda de 5,2 % em relação a junho e de 8,4%, em termos homólogos.
O tribunal da Florida considerou que a Tesla foi parcialmente responsável por um acidente mortal relacionado com o sistema de assistência ao condutor, denominado "Autopilot". A Tesla vai recorrer.
A empresa de Elon Musk viu-se fortemente castigada em bolsa pelas contas apresentadas na véspera, em função de uma queda de 16% na faturação. Em sentido oposto ficou a Alphabet, que alcançou um aumento de 14% nas vendas e aumentou as perspetivas de investimento até ao final do ano.
A Tesla reportou uma queda 15% no seu lucro bruto, no segundo trimestre, para os 3,2 mil milhões de euros. A dona da Google, a Alphabet viu o seu lucro líquido subir 19% para os 23,8 mil milhões de euros.