As mais penalizadas entre as Sete Magníficas foram a Alphabet e Tesla, ao fecharem a sessão bolsista de quinta-feira, com desvalorizações de 6,8% e de 14,5%.
Os principais índices registam oscilações ligeiras, bem abaixo de 1% e entre o verde e o vermelho. Em dia de incerteza geral em Wall Street, destaque para a farmacêutica Pfizer, cujas ações subiram mais de 5%, até aos 38,74 dólares.
“Não vemos um grande incentivo [no corte de preços]. Se isso significar menos vendas no curto prazo, que seja”, disse Thierry Piéton, administrador financeiro do Grupo Renault, uma das maiores fabricantes europeias.
Apesar de perto das expectativas levantadas junto do mercado, as receitas e lucro não obtiveram o resultado esperado junto de Wall Street. Ainda antes de apresentar os dados dos primeiros três meses do ano, as ações da fabricante caíram 2,02% para 180,59 dólares, sendo que na pré-abertura está a recuar 7,61% para 166,85 dólares.
O anúncio é feito depois de na última sexta-feira a empresa americana Tesla ter revelado que vai realizar cortes em alguns modelos na Europa, Israel e Singapura.
Tesla vale cinco vezes mais do que valia em 2019. Esta é a primeira vez que uma marca exclusivamente elétrica ascende ao trono do ranking efetuado pela Brand Finance.
Só no primeiro trimestre deste ano, e no que diz respeito ao mercado português, a Tesla ficou a pouco mais de 500 vendas de igualar o total de veículos matriculados em 2022.
O Dow Jones avança 0,86% para 33.561,94 dólares, o S&P 500 ganha 0,19% para 33.561,94 dólares enquanto, por outro lado, o Nasdaq cai 0,44% para 12.167,92 dólares, em resultado do anúncio dos números relativos às entregas da Tesla no primeiro trimestre, que ascendeu a 422.875 veículos.
Analistas previam um número maior, especialmente depois da descida dos preços nos modelos mais vendidos. Ainda assim, em termos anuais, entregas cresceram 36% no primeiro trimestre.