A adaptação climática deverá ser competência estratégica, territorial e humana. Nenhuma empresa é resiliente sozinha se o território à sua volta for frágil.
Atravessar milhares de quilómetros, cruzar línguas, paisagens, religiões e sensibilidades tão distintas e continuar, apesar de tudo, na Índia. O mais fascinante será essa espessura, a coexistência de mundos.
Quando falamos em negócios familiares, é frequente pensarmos em pequenos negócios de origem local. No entanto, esta visão não podia ser mais redutora e refletir de uma forma tão enganadora a verdadeira dimensão e relevância destas empresas.
A adaptação climática não pode continuar a ser vista como um apêndice das políticas públicas. É uma condição para garantir que Portugal continua habitável, seguro e competitivo. Falta coragem política e compromisso financeiro.
Os dois países realizaram a semana passada, entre 08 e 10 de dezembro, uma segunda ronda de negociações, que decorreu em Yogyakarta, na Indonésia, após terem realizado em agosto em Díli um primeiro encontro para acordarem os princípios orientadores das discussões.
São sobejamente conhecidos os esforços de Kiev para envolver militarmente a NATO em território ucraniano, para fazer aquilo que a Ucrânia se tem mostrado incapaz. Isto é, recuperar o território ocupado pela Rússia e evitar o descalabro militar.
A rentabilidade económica numa exploração agrícola assegura-se com políticas públicas coerentes, com investimento, com mercados que valorizem a produção nacional e, acima de tudo, com agricultores motivados e justamente remunerados.
Tal como a UE criou mecanismos financeiros para estabilizar bancos em crise, pode constituir um fundo de prevenção de incêndios. Não um “bombeiro financeiro” depois das catástrofes, mas sim um mecanismo de planeamento e investimento antecipado.
Em declarações aos jornalistas em Viseu, onde encerrou o primeiro dia da rota pela Estrada Nacional 2 (EN2) com uma visita à Feira de São Mateus, José Luís Carneiro frisou que assumiu o compromisso “com uma nova abordagem ao desenvolvimento regional e à coesão”.
Quando os interesses privados se sobrepõem ao bem comum, quem protege o território? Grândola não é apenas um conflito ambiental, é um teste à democracia territorial.
O documento elaborado pela Ordem dos Arquitetos (OA) sublinha os "muitos dos desafios atuais da sociedade portuguesa direta ou indiretamente" ligados a esta disciplina, e assegura aos partidos a disponibilidade para colaborar na construção de soluções "que sirvam o interesse público e respondam às necessidades concretas das comunidades".
Elisa Ferreira disse ainda que as pessoas, para ficarem em locais do interior, "têm de ter sistemas de serviços públicos, que incluam a saúde, a educação, a cultura", e considerou que "essa escala não existe em Portugal" tal como acontece em outros países europeus como a Grécia.
O problema de fundo é mesmo uma questão de geopolítica. Para Trump tudo se resolve mercantilizando. Compra-se, vende-se. Parece que o sucesso não vai bater-lhe à porta, pois não há vendedor.
O sucesso do poder local não depende apenas da descentralização ou das boas práticas de gestão, mas também da criação de canais que permitam a participação ativa dos cidadãos.
Domingos Tavares narra a história da cidade do Porto, do ponto de vista da sua arquitetura, desde os tempos em que era um mero castro até aos dias de hoje. Um belo passeio.
O essencial é saber se todos os cidadãos portugueses têm os mesmos direitos e as mesmas possibilidades de desenvolvimento das suas capacidades individuais, independentemente do local onde nascem ou vivem.
Tão ou mais importante do que o que pagamos, é como é que esses fundos são alocados. Será importante sabermos se há propostas corajosas, claras e exequíveis.
A incapacidade de o governo preservar a unidade e a coesão entre os líderes militares e civis será fatal para a Ucrânia. Atenta a estes desenvolvimentos, Moscovo prepara-se para tirar vantagens.
Ana Rodrigues de Almeida, Laëtitia Ferro Rodrigues e Tiago Salgueiro Mendes transitam todos da M. Rodrigues & Associados e entraram esta semana para as equipas de Urbanismo/Ordenamento do Território e Público/Ambiente.
Uma das chaves para a atração de talento é a conectividade quer esta seja digital, nas infraestruturas, ou ao nível institucional, diz Alfonso Vegara, especialista em desenvolvimento regional.