Meia centena de importadores informais protestaram esta segunda-feira no terminal internacional de passageiros no aeroporto de Maputo contra um alegado aumento de tarifas no desembarque de mercadorias.
Se a China usar sua posição como credora de forma agressiva, a Reserva Federal dos EUA poderá ser forçado a intervir em escala inédita para resgatar sua própria moeda.
Foram os primeiros a reagir ao anúncio da Casa Branca. Queda aconteceu mesmo depois de vários dias em que os Investidores anteciparam em baixa as novas tarifas às exportações para os Estados Unidos.
Avolumam-se sinais preocupantes de que a economia dos Estados Unidos pode estar a caminhar para a recessão. Por trás estão as metástases da política de tarifas aduaneiras, que está a deixar Wall Street nervosa e a Casa Branca indiferente.
A Comissão Europeia confirmou que, a partir de 1 de abril, irá impor “contramedidas” em resposta às tarifas norte-americanas de 25% sobre as importações de aço e alumínio.
O presidente parece ter adotado a ‘Teoria dos Loucos’, tão grata a Richard Nixon – mas pode acontecer que não seja só uma encenação. Para todos os efeitos, Wall Street começa a ficar farto deste cenário.
Os EUA são o país onde o calçado português apresentou melhores indicadores nos últimos anos. Apesar da potencial imposição de tarifas, a aposta neste mercado é para manter.
Convicção é do responsável máximo da associação que representa a indústria de cana-de-açúcar afirma que a medida reflete uma inversão no compromisso com a descarbonização.
A Stellantis e a Volkswagen, que têm grandes operações no México e estão muito vulneráveis às tarifas, recuaram 6,8% e 5,6%, respetivamente. Também a Volvo perdeu 6,5%, enquanto a Mercedes Benz, BMW e Porsche cederam entre 3,6% e 4,3% após a decisão de Donald Trump de impor tarifas ao Canadá, México e China.
A bitcoin caiu para 92.500 dólares nas primeiras horas após Donald Trump ter assinado uma ordem executiva que determinou a imposição de tarifas ao Canadá, México e China, recuando mais de 15% face aos máximos históricos.
Donald Trump decidiu impor tarifas ao Canadá, México e China, o que vai aumentar a incerteza económica, alerta Francois Villeroy de Galhau, membro do Banco Central Europeu.
Com a crise económica transformada plenamente numa crise política, a economia alemã, muito dependente da indústria e das exportações para os EUA, arrisca um impacto mais negativo das novas políticas protecionistas de Trump do que a média europeia. Internamente, Scholz já admite marcar o voto de confiança para antes do Natal, cedendo à pressão do parlamento.