O banco francês vai emagrecer a estrutura gradualmente em 2026 e 2027, com o argumento de que é necessário simplificar os métodos operacionais e torná-los mais eficientes.
As OT francês a 10 anos já se aproximam dos 3,58%, um nível de resistência técnica, para além do qual poderia ocorrer um aumento descontrolado das yields, numa altura em que se prevê que o serviço da dívida se torne a maior rubrica orçamental do Estado até 2027, alerta a XTB.
O Société Générale, terceiro maior banco francês, teve lucros de 2,49 mil milhões de euros no ano de 2023, o que traduz um aumento de +37% em relação a 2022. Mas no quarto trimestre registou um tombo.
A notícia foi avançada pelo jornal MZNews e dá conta que o banco francês Société Générale anunciou esta quinta-feira que acordou vender as suas operações de retalho no Burkina Faso e em Moçambique ao Vista Group, sediado na Guiné.
O Goldman Sachs Group Inc. e o Societe Generale prevêem que os Estados da periferia da Europa continuarão a ter um desempenho superior no próximo ano. Os países da Europa Central estão agora no fim da tabela.
Para além da partilha dos novos objetivos financeiros, rentabilidade, eficiência operacional e distribuição de dividendos, o banco avançou com metas de ESG.
O banco francês Société Générale anunciou também que registou lucros de 1.768 milhões de euros no primeiro semestre do ano, recuperando de prejuízos homólogos de 690 milhões de euros.
António Oliveira Martins, diretor geral da Leaseplan em Portugal, vai ser apoiado por Anne-Cécile Huet, que tinha as funções de diretora geral da ALD Automotive na Noruega e terá o cargo de diretora geral adjunta em Portugal a partir de junho.
Segundo o "El Economista", não existe nenhuma oferta pela totalidade da rede, mas o Pingo Doce, Aldi e Lidl terão manifestado interesse em comprar algumas das lojas.
"Estes bancos franceses alegadamente participaram em práticas de fraude de dividendos conhecidas como 'Cum-Cum', ou seja, quadros legais complexos que permitem aos clientes evitar o pagamento dos impostos devidos sobre os dividendos. Estas práticas não dizem apenas respeito aos bancos franceses, mas têm sido utilizadas por instituições financeiras globais em toda a Europa", refere a análise da DBRS.
Os bancos Société Générale, HSBC, Natixis, BNP Paribas e a sua filial Exane, estão a ser investigados em França por uma suposta evasão fiscal através de investidores estrangeiros no pagamento de dividendos de empresas francesas cotadas em bolsa.