A única solução que parecem ter descoberto para tornar a comunicação social um negócio sustentável é a busca constante pelo populismo, mas é nas televisões que observamos melhor esse fenómeno.
A profissionalização da política é um atalho que evita o envolvimento da sociedade civil. Empobrece a democracia e convida a perpetuar quem fica de fora e quem fica de dentro.
Há mudanças no ar, uma transformação que pode determinar alterações profundas na Ordem Internacional. Mas existe esperança de que haja coordenação entre os estados e que a transição para um mundo menos globalizado não signifique forçosamente o conflito.
Para compreender o lamaçal em que estamos atolados, importa ter consciência de alguns vícios que têm impregnado os partidos do 'centrão' e a mentalidade dos portugueses.
Se a cimeira quiser ser mais do que um ato protocolar, terá de começar pelo óbvio: compromissos claros e prazos definidos. Um acordo sem um cronograma de execução é um exercício de retórica.
Em Portugal, o ministro da Economia, Pedro Reis, é aposta para figura de 2025. Espera-se dele que crie os instrumentos para que a economia, sem desproteger o conjunto, se abra à novidade e à disrupção.
Em tempos de regresso de batuques reinterpretados e de novas esperanças de cowboys que vencem índios, a literatura ajuda-nos a viajar no tempo e no espaço e a reconstituir a construção de identidades, mesmo em tempos que só a economia parece mandar.
O potencial transformador desta tecnologia exige que o seu desenvolvimento assente num compromisso ético e numa vocação para o bem comum. Não é possível ter uma IA ética sem uma IA igualitária.
O revanchismo da democracia contra a própria democracia empobrece-a. Este governo não devia ceder à pulsão revanchista que se prepara para assaltar a democracia.
Tão ou mais importante do que o que pagamos, é como é que esses fundos são alocados. Será importante sabermos se há propostas corajosas, claras e exequíveis.
Apesar de todas as falhas, temos de reconhecer que, pela primeira vez em décadas, a menção clara aos combustíveis fósseis no texto final da COP28 foi feita e de lá já não pode sair.
Não haverá futuro sem que sejam criadas as melhores condições para uma sociedade civil criativa, empreendedora e inovadora, com um Estado forte e eficiente.
No dia 18 de maio, o Dia Internacional dos Museus convida os museus e visitantes, em todo o país, a refletir sobre como podem contribuir para o bem-estar e desenvolvimento sustentável das comunidades.
As recentes polémicas e mudanças no executivo são péssimos sinais. O caso TAP revela um amadorismo atroz e impreparação de muita gente para assumir os cargos que ocupam.
O discurso político contemporâneo africano deve encarar a desigualdade social e as injustiças como uma situação gravosa. Sobretudo numa altura em que não se pode utilizar mais a desculpa da colonização ou da guerra civil.
O fim do ciclo de eleições em contexto de pós-guerra só ocorrerá quando o MPLA deixar de ter um domínio político-representativo, o que se traduzirá num novo tipo de eleição pautada por um maior equilíbrio político.