Esta verba vai servir para requalificação de novas unidades de saúde e investimento na modernização tecnológica, disse o Ministério da Economia e Coesão Territorial.
Segundo os dados disponíveis no portal pelas 08:45, nas urgências do Hospital Nossa Senhora do Rosário (Barreiro), os doentes estavam em média mais de 11 horas para primeira observação.
O valor é identificado numa auditoria feita pela IGAS à assistência prestada a pessoas estrangeiras não residentes em Portugal nos serviços de urgência dos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS), que analisou a realidade da ULS do Algarve, principal região turística do país, nesse período de dois anos.
Na primeira grande entrevista à BBC desde que assumiu funções em Downing Street, há uma semana, Burnham disse que vai investir "todo o capital político" de que dispõe para transformar um sistema que classificou como "disfuncional".
Ministérios das Finanças e da Saúde assinaram um despacho que determina uma nova transferência para o SNS, tendo em vista a redução sustentada dos prazos de pagamento e a diminuição do stock de dívida existente.
Em declarações a Lusa, Elisabete Gonçalves, da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (STFPSSRA), que convocou a greve, disse que na região Norte a adesão está entre os 60% e os 70% e que os dados parciais já recolhidos apontam para valores entre os 80% e os 85% para a região Sul.
O regime define uma série de incompatibilidades, entre elas a que impede a contratação em regime de prestação de serviços de médicos que tenham deixado o Serviço Nacional de Saúde (SNS) nos últimos dois anos ou aqueles que, sendo médicos internos com formação concluída, não se candidatem quando existam vagas a uma distância até 60 quilómetros da unidade onde concluíram o internato.
A iniciativa “24 Horas de Dádiva de Sangue”, que assinala o Dia Mundial do Dador de Sangue, comemorado hoje, decorrerá nos próximos dois dias, entre as 08:00 e as 20:00, no Serviço de Sangue e Medicina Transfusional do Hospital Fernando Fonseca, adianta a instituição em comunicado.
Em resposta à agência Lusa, fonte dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) esclareceu que, “ao longo do dia, os serviços e sistemas foram progressivamente repostos, sendo que, neste momento, já se encontram praticamente todos operacionais”.
Em comunicado, a OM enumera que, desde 2024, ano em que foi generalizado o modelo das Unidades Locais de Saúde (que agregam hospitais e centros de saúde), "foram substituídos cerca de 50 diretores clínicos, um número que deve merecer reflexão séria".
“Nos últimos dois meses, a situação dos internamentos inadequados agravou-se e as 2.800 [camas ocupadas indevidamente] que estimávamos em março é já bastante superior. E isto não é normal, pois normalmente tínhamos uma redução no verão, o que não está a acontecer”, disse Xavier Barreto, presidente da APAH, que falava durante uma audição na comissão parlamentar de saúde.
São mais de 1.500 milhões de euros de saldo negativo, dada a regularização de dívidas do SNS e as moratórias para empresas afetadas pelas tempestades. Ainda assim, o saldo seria negativo mesmo excluindo as operações com o SNS, enquanto do lado da receita o IRS continua a mais que compensar a descida no IRC.
Segundo o Índice de Saúde Sustentável 2025/26, desenvolvido pela NOVA Information Management School (NOVA-IMS) e que será hoje apresentado em Lisboa, 51% dos utentes avalia o SNS de forma positiva ou muito positiva e 56% acredita que acompanha a evolução tecnológica na área da saúde.
A prevenção é a nova dimensão do Índice de Saúde Sustentável 2025/26, desenvolvido pela Nova Information Management School (Nova IMS), que avalia anualmente a sustentabilidade do SNS, integrando o desempenho assistencial, acesso, capacidade de resposta, capacidade preventiva e sustentabilidade financeira.
No que diz respeito à produtividade, o Serviço Nacional de Saúde (SNS) permitiu evitar a perda do equivalente a 11,1 dias de trabalho por pessoa, o que se traduziu numa poupança adicional de seis mil milhões de euros.
Promovida pelo Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH), a manifestação segue-se à vigília que decorreu na passada quinta-feira, junto ao Ministério da Saúde, durante a qual os técnicos entregaram um manifesto com críticas à reorganização do INEM e propostas para “salvar a emergência”.
Os dados do Infarmed indicam que, em 2025, o SNS gastou 2.523,2 milhões de euros em medicamentos nos hospitais e 1.893,8 milhões em comparticipação de fármacos no ambulatório.
Segundo os relatórios relativos à despesa com medicamentos de 2025, a que a Lusa teve acesso, os hospitais gastaram em medicamentos 2.523,2 milhões de euros, mais 254 milhões (+11,2%) do que no ano anterior, quando a despesa teve o maior aumento percentual de sempre (+15,8%).
Fonte do instituto adiantou hoje à Lusa que os despachos publicados na terça-feira e hoje, que definem as novas regras para o transporte de doentes críticos entre hospitais e os níveis de resposta do SIEM, reforçam a importância dos CODU na gestão da emergência médica.
Em declarações aos jornalistas no parlamento, a vice-presidente do PS Mariana Vieira da Silva considerou que nos primeiros dois meses de 2026 houve “uma deterioração muito significativa” em “praticamente todos os indicadores de produção de capacidade de resposta do SNS ao país”.
Em 10 anos, a venda de antidepressivos e antipsicóticos cresceu 82% e 72%, respetivamente, enquanto as benzodiazepinas (ansiolíticos, sedativos e hipnóticos) registaram uma queda de 6,9%, revelam os dados avançados à agência Lusa pela Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed).