Antiga responsável da Metlife é a nova CEO da Verlingue Portugal, corretora de seguros especializada na área corporate do grupo francês Adelaide, revelou ao JE o presidente deste último, Benjamin Verlingue. Da anterior administração da Verlingue Portugal, que até ser comprada em 2021 pelo grupo Adelaide se chamava Luso-Atlântica, permanece apenas o chairman, José Félix Morgado.
João Rueff Tavares, diretor da EY Angola, considera que o sector bancário e o regulador angolanos têm apostado no reforço da robustez do sistema, havendo margem para consolidação num país em que apenas 40% da população utiliza os serviços bancários.
Em entrevista ao Jornal Económico, José Coutinho, Chief Underwriting Officer da Zurich Portugal, alerta para a multiplicação de eventos extremos, relacionados com as alterações climáticas, mesmo no curto prazo, e para um enquadramento que não é o melhor para se lidar com o tema.
Em 2023, a companhia de seguros registou um ano forte, tendo apresentado um aumento de 5,5% da base de clientes e uma subida de 22% da atividade comercial de vendas totais.
Em entrevista ao Jornal Económico, Nuno Arruda analisa os principais riscos que os gestores enfrentam, nomeadamente o relacionado com a regulação: "Eu diria que nós, na Europa, vivemos numa sanha regulatória".
Riscos climáticos no sector e as oportunidades latentes para os seguros este ano foram alguns dos aspetos debatidos neste encontro com a chancela JE Advisory. Este encontro coincide com a publicação de mais uma edição mensal do JE Advisory e contou com a participação de líderes de seguradoras nacionais e de especialistas da área.
Segundo a DBRS, o mercado dos seguros representa uma força de incentivo "à implementação de medidas de adaptação, para reduzir a vulnerabilidade das famílias e das empresas ao risco de catástrofes relacionadas com o clima".
Os efeitos da inflação “fizeram-se sentir fortemente”, admite a seguradora, que sublinha que o impacto pode “pôr em causa a própria rentabilidade do ramo”. Sobre o resgate de PPRs sem penalização até ao final do ano, a Zurich Portugal considera que é fundamental apoiar os consumidores e permitir que utilizem as poupanças em “momentos mais difíceis”.
Nas palavras de Pedro Penalva, CEO Enterprise Clientes EMEA da AON, "são poucas as indústrias dotadas de um capital de conhecimento e experiência como o que a atividade seguradora tem, no que diz respeito à engenharia de prevenção e de gestão de risco".
Joana Pina Pereira, Chief Distribution Officer da Tranquilidade, considera que ainda há alguma margem para consolidação em alguns ramos do sector segurador, nomeadamente para resolver questões de solvência de algumas entidades.
O banco público liderado por Paulo Macedo deverá manter a sua participação de 15% na Fidelidade, após a aguardada entrada em bolsa da seguradora, que deverá ocorrer no próximo ano.
Sofia Santos, professora do ISEG e fundadora da Systemic, o advogado Nuno Sapateiro, sócio da Abreu, Pedro Carvalho, CEO da Generali Tranquilidade, Pedro Penalva, CEO de 'Enterprise Clients' na EMEA da Aon, e Rogério Campos Henriques, CEO da Fidelidade, são os oradores.
O Chief Risk Officer do Zurich diz, em entrevista ao JE, que demasiada preocupação com os riscos vai fazer com que não aproveitemos as vantagens inerentes às novas tecnologias. No quadro dos riscos globais, em que as alterações climáticas se destacam, defende que a transição energética é inevitável. "A questão é se arruinamos o planeta até lá ou não", diz.
O conselho de administração liderado por Josep Oliu rejeitou a proposta. Cabe agora ao BBVA decidir se avança com uma OPA ao Sabadell apesar da rejeição da administração da instituição visada, deixando nas mãos dos acionistas a decisão, ou se recua como aconteceu em 2020.
As seguradoras em Portugal lucraram 700 milhões de euros no final de 2023, uma descida de 22% em comparação com os 900 milhões obtidos no ano anterior. Esta evolução observou-se num período marcado por uma redução de quase 2% na produção de seguro direto.
Os resultados superaram os objetivos do grupo que mantem a sua meta de atingir um volume de negócios superior a 400 milhões de euros no final do plano estratégico IMPACT24.
De 15 a 31 de março, é um dos novos prazos do IRS que terá de ter atenção para 2024. Após a regularização das faturas, até ao final do mês poderá consultar os montantes das deduções à coleta relativas a despesas anteriormente declaradas para as várias categorias de despesa. As taxas moderadoras, juros do crédito à habitação, rendas da casa e propinas das universidades são algumas das despesas que já estão visíveis.
A Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) publicou o Relatório de Evolução da Atividade Seguradora, que chegou, naquele período, aos 11,8 mil milhões de euros.