O Chega não tem qualquer mensagem para além de simples propaganda. A intenção não é criar ou construir, nem sequer participar na criação ou construção de soluções viáveis.
Entre o trânsito que invade as ruas e os sons que atravessam paredes, o ruído tornou-se uma presença constante dentro e fora de casa. O que começa na cidade não fica à porta: entra, instala-se e afeta silenciosamente a saúde e o bem-estar. O que pode fazer para dar a volta a esta questão?
As eleições autárquicas são vistas pelos estados-maiores dos partidos políticos, pela comunicação social e muitos eleitores como um fenómeno com repercussões nacionais. Logo, a campanha eleitoral está desviada dos objectivos com que foi concebida: ter impacto local.
A Câmara do Funchal deu também luz verde para a abertura do processo para duas novas revisões regulamentares, uma referente à ocupação do espaço público e publicidade e outra para a recolha de veículos abandonados na vida pública.
Para o vereador da Coligação Confiança, Miguel Silva Gouveia, a aprovação desta medida "vem permitir algum sossego aos moradores da zona velha (Funchal)".
A Câmara Municipal do Funchal referiu que, no início de 2024, será feita a consulta pública deste novo regulamento, e a revisão deve ficar concluída em finais de janeiro.
As tendências apresentadas pela Agência Europeia do Ambiente nos últimos 10 a 15 anos é de que 20% da população seja afetada pelo ruído provocado pelo trânsito, sendo a principal causa deste tipo de contaminação nas cidades.