Carlos Moedas garantiu, na televisão, que os custos de manutenção da Carris tinham crescido 30% nos últimos três anos, mais cinco pontos percentuais do que tinha afirmado aos trabalhadores da autarquia ter sido o aumento. Os relatórios e contas mostram que não é assim.
Melhor teria sido autonomizar uma pequena empresa, dentro do universo da Carris, para onde a experiência de muitos anos se transferisse neste novo modelo de organização empresarial.
Há uma total falta de bom senso na Procuradoria-Geral da República, nos procuradores e nos juízes de instrução envolvidos nos processos que levaram à queda de dois governos.