Nem sempre mais recursos ou mais investimento significa uma melhor administração pública. Há medidas avulsas que o Estado português tem procurado incentivar, mas nem sempre com grande sucesso.
"África é uma grande oportunidade para a Europa", disse Abraão Vicente em entrevista ao Jornal Económico. O ministro defendeu a importância da propriedade intelectual para África ter soberania: "sem propriedade intelectual não há economia".
Se a informação a que temos acesso estiver muito incompleta, errada, ou se não a compreendermos, as nossas decisões serão tendencialmente de pior qualidade.
O resto do mundo parece estar reticente em envolver-se em guerras provocadas, em primeira instância, pelas potências europeias, em consequência das suas eternas questões nacionais e étnicas.
O arrendamento coercivo, pouco mais do que simbólico, ficará nas mãos dos municípios, nada interessados em afetar os seus escassos recursos a intervenções com elevado potencial de conflitualidade.
Copiar os bons exemplos e esperar que o novo caminho que está a ser tomado pelo SNS, com a nomeação de um CEO, que deverá implementar uma estratégia de organização focada numa correta gestão, seja a resposta necessária.
Os dilemas morais são inevitáveis. Será justo exigir o desacelerar do crescimento quando em 2021 cerca de 40% da população mundial vivia com menos de 5,5 dólares por dia?
Legislar por conveniência não traz resultados positivos, principalmente num mundo que não tem recursos para absorver uma mudança radical em tão pouco tempo.