A evolução para posições extremistas tem, em regra, por base, problemas de insegurança dos novos líderes nas suas novas funções e o terror à concorrência.
Portugal não é um país violento. A nossa tradição democrática, construída com sacrifício após décadas de ditadura, é um bem precioso que não pode ser destruído por quem confunde militância com impunidade.
O reacendimento do conflito israelo-palestiniano trouxe as guerras existenciais para a ordem do dia. Porém, a guerra existencial que mais nos deve alarmar é a que emerge em solo europeu.