A Saúde é a trituradora de ministros mais recente, mas poderosa, inescapável. O problema é estrutural, leva tempo a resolver. Está muito longe das soluções conjunturais que nos venderam em período eleitoral.
Um tema menos mediático, sem dúvida, do que tantos outros que ocupam mais espaço nos discursos partidários, mas do qual depende a prosperidade que desejamos para o nosso país.
O mesmo Governo que degradou os nossos serviços públicos, anuncia em cima de eleições os transportes públicos para os jovens até aos 24 anos. Mas só por haver eleições, e só no Porto e Lisboa.
Este é o mesmo Governo que, não investindo, degradou os serviços públicos, com intuitos eleitorais do faz de conta que faz, resumindo-se os investimentos avultados à comunicação.
Este é o mesmo Governo que, não investindo, degradou os serviços públicos, com intuitos eleitorais do faz de conta que faz, resumindo-se os investimentos avultados à comunicação.
A atual política financeira vai confirmando uma cada vez maior carga fiscal, com excedente orçamental, que penaliza o poder de compra e não contribui para a valorização salarial.
Nesta fase da especialidade do Orçamento nos trabalhos parlamentares, venham propostas para corrigir o rumo, sem facilitismos, demagogias, despesismos ou eleitoralismos.
Com este OE, os trabalhadores que tenham aumentos salariais perdem poder de compra, pondo em causa uma das maiores promessas eleitorais socialistas, que é a valorização salarial.