O gás natural tem vindo a subir no mercado à boleia do frio, poucas renováveis, mas também dos stocks europeus em baixa, apesar de Portugal liderar o ranking, tendo as reservas cheias.
O Índice de Preços no Consumidor (IPC) do INE indica que Moçambique “registou um aumento de preços na ordem de 1,45%” face a dezembro (1,60%), em que se destacou, como nos meses anteriores, a alimentação e bebidas não alcoólicas, “ao contribuir no total da variação mensal com cerca de 1,16 pontos percentuais positivos”.
Apesar de ter fechado o ano com uma inflação de 27,5% - atingiu um pico de 31,1% em julho a nível nacional e chegou aos 42,9% em Luanda, a tendência é de abrandamento no ano corrente. Mas o que poderá invertê-la? Wilson Chimoco, economista e coordenador do curso de Economia na Faculdade de Economia e Gestão da Universidade Católica de Angola (UCAN), traçou vários cenários numa análise para o JE.
"A inflação subjacente, que exclui produtos alimentares não transformados e energia, situou-se em 3,8%, um acréscimo de 0,1 p.p. em relação ao mês precedente. Os preços dos bens subiram 2%, enquanto os serviços tiveram um aumento mais expressivo, de 5,4%", salienta a Direção Regional de Estatística da Madeira.
Os números foram divulgados hoje pelo departamento do Trabalho dos Estados Unidos, que também anunciou que a inflação subjacente nos EUA também subiu em janeiro, para 3,3%.
Este crescimento segue uma tendência já observada no trimestre anterior, onde o aumento foi de 36%. Apesar da maior disponibilidade de quartos, os preços subiram 13% ao longo do último ano.
"A recuperação dos preços nos produtos manufaturados e uma aceleração na energia devem ser em parte cancelados pelo abrandamentos dos preços dos serviços e do tabaco. Ao longo do ano os preços da alimentação devem permanecer virtualmente estáveis", referiu o instituto de estatística de França.
A União Europeia sai destas políticas de Trump maltratada, por sua culpa, e só tem uma saída: apostar seriamente em ser autónoma. Para Trump, a UE não é um aliado, mas um cliente.
O cabaz de 63 produtos da Deco está a 241,85 euros esta semana, um valor que representa um aumento face à semana anterior. Os cereais registaram o maior aumento semanal no preço.
O equilíbrio entre a valorização económica e a acessibilidade será crucial para assegurar um mercado dinâmico, estável e com potencial para continuar a atrair investidores e residentes nos próximos anos.
O preço desta commoditie tem-se mantido com um aumento gradual, no entanto, os analistas preveem que, com a elevada procura devido às baixas temperaturas, possam levar a declínio semanal nos inventários de gás natural americano.
O quadro relativamente favorável não pode trazer complacência. A economia mundial e, em particular, a economia europeia, enfrentam riscos elevados em 2025, que se podem traduzir num desempenho inferior ao esperado da economia portuguesa.
A CP anuncia uma subida média de 2,02% nos preços dos bilhetes para o próximo ano. Andar de autocarro e metro também vai custar mais caro a não ser que tenha passe social, aí os preços mantêm-se. Já os preços da eletricidade carregada da EDP vão cair, em média, 5%.
Segundo os dados do Automóvel Club de Portugal (ACP) o gasóleo vai terminar o ano a custar menos 0,5 cêntimos, ficando com um preço médio de 1,606 €/l, enquanto a gasolina simples 95 vai permanecer nos 1,718 €/l.
"A variação mensal [em novembro] nas vendas no retalho, a preços constantes, teve uma quebra de 0,6% depois dos ajustes de época e de calendário. O emprego no retalho aumentou 1,9% em termos anuais", acrescentou o instituto de estatística de Espanha.
Das três principais matérias-primas, o cacau foi a que teve a melhor performance, tendo registado um aumento aproximado de 185%. Já o café, que também apresentou um desempenho notável, viu os seus preços a atingirem os níveis mias altos em quase 47 anos.