Por mais que o Governo discurse sobre “humanizar” as políticas de imigração, sobre “novos portugueses” ou que o crime não tem “nacionalidade, cor de pele, religião ou etnia”, não faltam dissonâncias entre o discurso e a prática.
“Fazer terapia é um orgulho” é uma das frases usadas na campanha que junta a marca Izidoro e o projeto Manicómio para desafiar preconceitos e levar as pessoas a descomplicar os tabus sobre a doença mental.
Ainda temos tanto para fazer na luta pela igualdade de género, e começa desde logo com a avaliação de comportamentos normais não serem alvo de “estudo” e crítica por parte da sociedade.
Consultora global de recrutamento considera fundamental que as empresas combatam a "persistência de estereótipos de género e preconceitos no ambiente de trabalho" e garantam a "igualdade de oportunidades" e "remuneração justa".
Importa combater estereótipos e preconceitos que influenciam a percepção pública face a este tema. Para isto, certos agentes públicos são críticos, da saúde à segurança e à educação e, por isso, devem ser formados para a diversidade cultural.
Importa lembrar que ninguém está só neste mundo e isso pode representar a essência da inteligência humana: a consciência de que se pode ser ajudado, apoiado.
A falta de empatia, a construção de câmaras de eco/bolhas e a negligência de perspetivas diversas contribuem para uma sociedade cada vez mais fragmentada e polarizada.
Judith Mackrell conta-nos neste livro as histórias heroicas e recheadas de peripécias de seis extraordinárias pioneiras que ficaram para a história do jornalismo. Mulheres (de) coragem, determinadas e incómodas.
O que acontece quando a vida em conjunto se torna uma escolha forçada e a única alternativa? O que acontece quando escolhemos, de forma constante, abdicar da nossa privacidade?