Projeto europeu coordenado pela Universidade de Coimbra (UC) conta com financiamento de 2,9 milhões de euros para acelerar a eliminação de gases fluorados poluentes.
O PAN Madeira diz que a poluição marinha tem um "significativo impacto" nos ecossistemas e biodiversidade marinha, "originando zonas mortas nos oceanos e diversas lesões e mortes de animais marinhos".
Aumentar o custo da poluição, reduzir as licenças, descarbonizar o sector marítimo e reduzir as emissões de CO2 são algumas das reformas que o Parlamento Europeu pretende introduzir nos próximos anos, para conseguir atingir a neutralidade carbónica até 2050.
No meio do oceano, esta poluição resulta principalmente de equipamentos de pesca e boias, enquanto roupas, pneus de carros e plásticos de uso único costumam poluir mais perto da costa.
2022 foi o ano de maior consumo de carvão no mundo, com maior emissão de CO2. O Mundo andou para trás com a descarbonização ou, para ser mais benigno, fez compasso de espera.
Ao contrário das alterações do clima, que não se materializam em algo que possamos ver e tocar, o plástico está aí no chão, no campo, na praia, na berma da estrada, todos o vemos e percebemos que não devia estar onde está. Mas não basta olhar à volta, temos de agir, reduzir o consumo de plástico e produzir menos lixo.
Sei que é anticlímax o que estou a sugerir, mas estamos alegremente a destruir-nos – a nós e ao planeta Terra – e continuamos a fingir que está “tudo bem”.
Proteger os oceanos é um fator-chave para a sobrevivência das espécies e da vida tal como a conhecemos. Como tal, urge operarmos uma mudança no paradigma económico em que assenta o nosso modo de vida.