Projeto europeu coordenado pela Universidade de Coimbra (UC) conta com financiamento de 2,9 milhões de euros para acelerar a eliminação de gases fluorados poluentes.
Avenida da Liberdade volta a cumprir limite de dióxido de azoto (NO₂), mas Lisboa enfrenta desafio para 2030. Exigências futuras levam ZERO a apelar à criação de uma Zona de Acesso Condicionado Zero Emissões na baixa de Lisboa
A partir de 1 de janeiro, o Mecanismo de Ajustamento do Carbono na Fronteira (CBAM, na sigla em inglês) prevê a cobrança de uma taxa, equivalente às emissões de carbono, às importações de produtos considerados poluentes.
“Os colegisladores acordaram numa meta de redução de 90% das emissões de gases com efeito de estufa até 2040, face aos níveis de 1990, com o objetivo de alcançar a neutralidade climática da UE até 2050”, é anunciado em comunicado divulgado em Bruxelas.
O Império do Meio é líder mundial a instalar renováveis, mas também a desenvolver tecnologia para o setor energético. É o primeiro eletro-estado global e o mundo vai segui-lo.
Em comunicado, o presidente da Zero, Francisco Ferreira, lamentou hoje que “não se dê prioridade à proteção da saúde das populações, principalmente das mais vulneráveis face à enorme poluição do ar associada” aos incêndios.
Análise estima o número de mortes causadas pela emissão de uma tonelada adicional de CO2 neste século. De acordo com esse modelo, haverá 226 mortes por excesso de calor em todo o mundo entre 2020 e 2100 por cada milhão de toneladas de carbono emitidas em 2020.
Num comunicado emitido este sábado, data em que se assinala o Dia Internacional do Ar Limpo, a Zero refere que o transporte rodoviário é um dos principais responsáveis pela poluição do ar, representando 37% das emissões de óxidos de azoto, e que, atualmente, mais de 100 cidades europeias ultrapassam os limites da qualidade do ar estabelecidos pela União Europeia.
“A cultura do descartável é algo intolerável que tem que mudar”, defendeu Queiroz e Melo, que desde que se reformou da prática clínica há cerca de 14 anos tem-se dedicado à causa ambiental.
Tecnologias de baixo carbono, mobilidade limpa e as alternativas aos plásticos são os principais domínios das invenções desenvolvidas na Europa. Alemanha e França lideram em invenções limpas e sustentáveis.
Na reunião da 6.ª Assembleia das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEA-6) os ministros dos 193 países membros comprometeram-se também em alcançar este ano um tratado internacional juridicamente vinculativo para combater a poluição por plástico.
Javalis e raposas nas ruas de Berlim? Leopardos no centro de Bombaim? Coiotes nos estacionamentos de Nova Iorque? Expulsos de habitats cada vez mais hostis, os animais selvagens têm vindo a fixar-se nas cidades. Como coabitar, eis a questão.
"Jatos privados são armas de destruição em massa, não têm lugar numa sociedade em chamas", denuncia a Climáximo em comunicado após bloquear avião privado em Cascais.
A cidade indiana regista este domingo, 5 de novembro, níveis de poluição 30 vezes superiores ao recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), noticia a agência espanhola Efe.
O presidente da Ryanair, Eddie Wilson, afirmou que achava "politicamente impossível" que se aplica-se um preço mínimo em toda a UE ou que se imponha um limite nas viagens aéreas nos próximos cinco ou dez anos.
Na abertura da Cimeira da Ambição Climática, em Nova Iorque, Guterres não identificou essas empresas, mas indicou que recorreram à "riqueza e influência" para "atrasar, distrair e enganar" a transição para emissões líquidas zero.
O Parlamento Europeu (PE) aprovou hoje, em Estrasburgo, legislação para tornar mais sustentáveis os combustíveis dos aviões e também para aumentar os limites para todos os poluentes.
A necessidade de combater o desperdício têxtil é uma questão cada vez mais relevante. Para fazer face ao impacto ambiental, a União Europeia (UE) pretende reduzir os resíduos têxteis, aumentar o seu ciclo de vida e promover a sua reciclagem. Estes objetivos fazem parte do plano para alcançar uma economia circular até 2050.
Na última década e meia a China investiu fortemente no desenvolvimento de uma cadeia de abastecimento própria, o que resultou numa indústria de renováveis muito robusta. A Europa e a América ficaram para trás nesta corrida e estão a recuperar o atraso.