A instalação dispõe de uma potência de 200 MW e uma capacidade de armazenamento de 800 MWh, permitindo fornecer energia à potência máxima durante aproximadamente quatro horas.
A alta-representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, Kaja Kallas, disse que está em contacto com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) e com as autoridades polacas, expressando “total solidariedade” à Polónia.
Zelensky disse, através das redes sociais, que não se tratou de um incidente isolado com um aparelho aéreo não tripulado frisando que se tratou sim do lançamento de, pelo menos, oito drones de ataque.
O ex-primeiro-ministro de Portugal acrescentou que as violações dos territórios dos países da UE representam uma “ameaça direta à segurança de todos os europeus e às infraestruturas críticas”.
Donald Tusk disse que durante a noite de hoje, a Polónia sofreu a violação do seu espaço aéreo por um número significativo de aparelhos aéreos não tripulados (drones russos). Para o chefe do Governo de Varsóvia tratou-se de "uma provocação em grande escala".
"As operações da aviação polaca e aliada relacionadas com as violações do espaço aéreo polaco estão concluídas", anunciou o Comando Operacional das Forças Armadas polacas, que agradeceu aos aliados da NATO, e particularmente à força aérea holandesa, pelo "apoio" na resposta uma incursão "sem precedentes", qualificada por Varsóvia como "ato de agressão".
"As forças polacas e aliadas monitorizaram dezenas de objetos por radar e, considerando aqueles que poderiam representar uma ameaça, o Comandante Operacional das Forças Armadas Polacas decidiu neutralizá-los", indicou o comando.
"Os caças utilizaram as armas contra os objetos hostis. Estamos em contacto permanente com o comando da NATO", indicou o ministro da Defesa polaco numa mensagem na rede social X.
O ministro do Interior da Polónia, Marcin Kierwinski, anunciou hoje que o país vai prolongar os controlos nas fronteiras com a Alemanha e Lituânia até 4 de outubro.
A avançar o novo imposto sobre os bancos é suscetível de afetar todas as instituições financeiras do país. Nomeadamente ao Bank Millennium detido pelo BCP em 50,1% e que consolida integralmente nas contas do banco português.
Subitamente, as eleições presidenciais na Polónia fizeram regressar a Bruxelas o temor face ao ‘desalinhamento’ que um dos cinco maiores países da União volta a manifestar. Não sendo o PiS um partido de extrema-direita, o certo é que condicionará a atuação do primeiro-ministro Donald Tusk. Uma cortina de veludo a substituir a antiga cortina de ferro? Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.
É preciso reconstituir uma gramática da política que reconquiste os desiludidos. Reanimar a ideia de contrato social. Voltar a fazer da política uma promessa de futuro, e não apenas uma gestão do presente. Isso implica reformas estruturais, sim, mas também um novo pacto de cidadania.
Subitamente, as eleições presidenciais na Polónia fizeram regressar a Bruxelas o temor face ao ‘desalinhamento’ que um dos cinco maiores países da União volta a manifestar. Estes e outros merecem a análise por parte do embaixador Francisco Seixas da Costa.
Derrota do candidato da ala moderada do regime, protagonizada pelo primeiro-ministro Donald Tusk, pode levar a eleições que clarifiquem o momento político.
Sondagem à boca das urnas dá uma pequeníssima vantagem ao candidato favorito do primeiro-ministro Donald Tusk. Mas a vitória só poderá ser comemorada quando todos os votos forem contados.
Os polacos votam este domingo na segunda volta das presidenciais. Rafał Trzaskowski continua à frente nas sondagens, mas a margem da sua vitória na primeira volta foi demasiado curta para descansar o primeiro-ministro Donald Tusk e a Comissão Europeia.
A liderança de Donald Tusk tornou a Polónia mais atrativa para o investimento e deixou as ações polacas preparadas para beneficiar da subida europeia. Desde o início do ano já valorizaram 22%, acima dos principais índices da Europa.
Presidente da autarquia de Varsóvia, próximo do primeiro-ministro Donald Tusk, vence a primeira volta das presidenciais por pequena margem, com a oposição a conseguir um inesperado bom resultado.
Com um crescimento médio anual da ordem dos 4% desde o final da década de 1990, a Polónia ‘arrisca’, segundo o FMI e o Banco Mundial, ultrapassar a outrora poderosa economia do Japão. A não ser que a Ucrânia corra mal.