A regulação das Relações Internacionais através do Direito Internacional não consegue, per se, conter o ímpeto e o desejo de acumulação de poder e de riqueza das superpotências.
Sabemos que uma verdadeira política de defesa não assenta exclusivamente nas forças armadas, mas termos fenómenos como o do navio Mondego não ajudam à afirmação da nossa soberania.
Se a ciberdiplomacia ainda é vista, em vários Ministérios dos Negócios Estrangeiros desse mundo fora, como uma pasta aborrecida, nos EUA já se está a consolidar como uma dimensão prioritária da ação exterior.