Sem as necessárias compensações financeiras e fiscais, as nossas IPSS irão continuar a viver na asfixia. Com prejuízo para elas e, seguramente, para toda a sociedade portuguesa.
Mais de mil mortos por explicar em apenas duas semanas deveriam gerar mais inquietação. Não estivemos meses em confinamento para defender os mais vulneráveis? Qual o motivo para, agora, esse objetivo se ter tornado irrelevante?