É necessário que as empresas encontrem respostas para promover a inclusão de todos de uma forma prática, isto é, que partam para a ação e que não fiquem apenas na consciencialização.
Segundo estudo da Accenture, nos últimos cinco anos, as empresas inclusivas obtiveram 2,6 vezes mais receitas líquidas do que as empresas que ignoraram a inclusão.
Segundo estudo do Observador Cetelem quase metade dos inquiridos consideram que a empresa em que trabalham está capacitada para a inclusão de pessoas com deficiência. Apesar disso, 44% dizem que a empresa não contrata pessoas nessa condição.
As pessoas com deficiência intelectual são discriminadas no acesso à justiça em Portugal, segundo um estudo no âmbito de um projeto internacional, que denuncia falta de adaptações processuais, ausência de comunicação simplificada ou impossibilidade de haver um intermediário.
25% dos trabalhadores dizem ter uma deficiência ou condição médica limitadora, mas empresas só reportam entre 4% a 7%, segundo o estuo “Your Workforce Includes People with Disabilities. Does Your People Strategy?”, realizado pela Boston Consulting Group (BCG).
App, acessível por smartphone, tablet ou computador, permite aos residentes emitir um pedido de assistência que assume a forma de alerta enviado aos colaboradores da instituição. Em 2022 foram lançados 4.590 pedidos de assistência.
Nas grandes operações financeiras de fusão e aquisição, de compra ou venda de empresas, o ESG já assume um papel decisivo enquanto ativo mais valioso aquando da tomada de decisão.
A contratação de pessoas com deficiência é, hoje, uma necessidade. O objectivo? Aproximá-las do mercado de trabalho e dar-lhes posições de responsabilidade e visibilidade dentro das organizações.