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Entrevista Grada Kilomba: “A arte também serve para dizer o indizível”

A Grada Kilomba, escritora e artista multidisciplinar, interessa acima de tudo refletir sobre a condição humana e o que nos define. O Brasil conhece-a bem. Grandes museus internacionais também. Agora, temos a oportunidade de vivenciar o trabalho desta artista portuguesa a viver em Berlim, na Albuquerque Foundation, em Sintra. Um regresso a casa.
Ana Pina29 Mai
Entrevista Grada Kilomba: “A arte também serve para dizer o indizível”

Uma bienal teimosamente humana

A Bienal de Artes Contemporâneas, ou BoCA –num acrónimo que remete para o órgão da fala, aquele que veicula pensamentos – dá voz a emoções, traduz ou falsifica a realidade. Altifalante das perceções amiúde distorcidas e que importa confrontar neste “Camino Irreal”, título desta inédita edição da bienal, partilhada entre Lisboa e Madrid, de 10 de setembro a 26 de outubro.
Ana Pina29 Ago
Uma bienal teimosamente humana

Lisbon Art Weekend: Lisboa mexe ao sabor da arte

À 6ª edição, o Lisbon Art Weekend ganha fôlego e apresenta mais de 70 eventos em 40 espaços disseminados pela cidade, e uma programação exclusiva desenvolvida com instituições de referência da vida cultural lisboeta, como o CAM - Centro de Arte Moderna Gulbenkian, MAC/CCB e MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia.
Ana Pina8 Nov
Lisbon Art Weekend: Lisboa mexe ao sabor da arte

ORLAN e as máscaras do feminino

A artista francesa ORLAN estreia-se em Portugal com a série "FEMMAGE", na Galeria do Centro Português de Serigrafia, no CCB. Provocações e reflexões sobre identidade, feminismo e história. Para ver até dia 2 de junho.
Ana Pina21 Mai
ORLAN e as máscaras do feminino

FUSO x 15, para onde vai a videoarte?

De 22 a 27 de agosto, o FUSO – Festival Internacional de Videoarte de Lisboa vai andar à solta pela capital, dando-se a conhecer em jardins e claustros da cidade, durante seis noites dedicadas à videoarte.
Ana Pina22 Ago
FUSO x 15, para onde vai a videoarte?

Gonçalo M. Tavares imaginou e Victor Hugo Pontes põe em cena

Em “Os três irmãos” a morte e a perda são omnipresentes. Três irmãos perdem-se e reencontram-se depois da perda dos pais. Um espetáculo poderoso que junta as palavras de Gonçalo M. Tavares e a fisicalidade da performance criada por Victor Hugo Pontes. Em cena em Almada a 25 de fevereiro.
Ana Pina20 Fev
Gonçalo M. Tavares imaginou e Victor Hugo Pontes põe em cena