Em qualquer organização, existe a tentação de proteger os “seus”. Mas a Igreja não o pode fazer sem colocar em causa os princípios que justificam a sua existência.
Pedro Passos Coelho tem capacidade para voltar a assumir a liderança da oposição, esvaziando o crescimento e a normalização do Chega, e potenciando o catapultar de um PSD mais forte do que o atual.