Nos primeiros nove meses do ano, a papeleira portuguesa reportou um EBITDA de 431,3 milhões de euros, o que se traduz num aumento de 14,5% face ao período homólogo.
A empresa britânica de embalamento, que tem fábricas em Portugal, publicou esta terça-feira uma 'trading update' para o ano fiscal. Sobre a proposta de aquisição da International Paper, antecipa "publicar a documentação do nosso plano aos acionistas no curto prazo”.
A papeleira portuguesa revelou que nos últimos 18 meses os seus investimentos de cariz sustentável ascenderam a 164 milhões de euros, o que corresponde a 60% do valor total alocado.
Depois de um primeiro trimestre mais atribulado, onde a empresa portuguesa registou uma queda de 10,6% nos lucros, o segundo trimestre foi de recuperação, com uma subida de 48%, para 95 milhões de euros, o que tornou possível um balanço positivo no semestre.
A empresa portuguesa do sector do papel, terminou o segundo trimestre do ano a registar um aumento de 44% nos lucros face ao trimestre homólogo, tendo atingindo os 95 milhões de euros,
De acordo com um comunicado da empresa, "produção de fibras celulósicas aumentou 15% face ao primeiro trimestre de 2023, para as 275,4 mil toneladas nos primeiros três meses de 2024.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) foi de 133 milhões de euros, o que representa um aumento de 2% em comparação com o primeiro trimestre do ano passado.
Com o intuito de diminuir a quantidade de papel impresso e a circular, foi desenvolvido um sistema que promove a redução deste recurso incentivando as faturas digitais. Esta, para além de ser uma medida mais eficiente em termos de sustentabilidade, diligencia, também, uma maior simplicidade na gestão financeira entre os consumidores e as empresas.
No que diz respeito à faturação de 2023, a distribuidora de papel destaca que a "contração das receitas afetou substancialmente
o EBITDA recorrente", que caiu 62% para 33 milhões de euros no ano em análise.
O negócio, anunciado esta terça-feira, vai permitir à FUCHS reforçar o portefólio de produtos e integrar novas soluções de lubrificação especiais, aumentando a competitividade a nível global.
As ações da empresa britânica do papel e das embalagens estão a subir mais de 9% em bolsa, um dia após a proposta de compra da norte-americana International Paper, que surgiu depois da oferta apresentada pela conterrânea Mondi.
O resultado líquido da empresa liderada por Ricardo Pires caiu 20,4% em relação ao ano anterior. O conselho de administração vai propor à Assembleia Geral de acionistas uma distribuição de dividendos de 63 cêntimos por ação num total de 50 milhões de euros.
Resultados obtidos à boleia do investimento de 145 milhões de euros que a empresa britânica fez na sua fábrica de papel kraft, localizada em Viana do Castelo. Nas comemorações dos 50 anos desta unidade, o CEO, Mário Amaral, revela ao JE que houve "uma redução em 10 mil toneladas das emissões de CO2".
O preço da pasta de papel vai voltar a aumentar. A Suzano anunciou um novo aumento do preço da pasta de papel (BEK) para outubro, tanto para a Ásia como para a Europa e EUA. A Altri vai acompanhar o aumento de preços.
O EBITDA do grupo com sede em Itália também caiu, na ordem dos 9% para 150,9 milhões de euros, mas a margem (15,5%) manteve-se em linha com o ano anterior.
Esta iniciativa, "com a qual a empresa reforça o seu papel na defesa do mundo rural e dos agentes da fileira, contribuirá, em simultâneo, para a diminuição do risco de incêndio e das emissões associadas, bem como para maior captura de carbono, mais serviços de ecossistema gerados e maior distribuição de riqueza por todo o país".
A holding que detém a Navigator, a Secil e a ETSA viu os lucros crescer mais de 35% no primeiro trimestre deste ano face ao período homólogo. Volume de negócios atinge os 675 milhões.