No parecer para a Estratégia Nacional de Educação Ambiental (ENEA 2030) em Portugal, os embaixadores do Pacto Climático Europeu recomendam, por exemplo, a criação de uma unidade curricular de “Sustentabilidade Aplicada” em todos os cursos politécnicos e universitários.
Rede portuguesa de embaixadores do Pacto Climático Europeu propõe “Clima Clubes” nas escolas, disciplina obrigatória no ensino superior e formação contínua em sustentabilidade para trabalhadores. Objetivo: transformar preocupação em ação e combater a ecoansiedade.
Segundo os subscritores da petição, trata-se de uma zona “com risco máximo de erosão e galgamento oceânico, cuja projeção aponta para um recuo significativo da linha de costa até 2050”, sendo ainda considerada zona terrestre de proteção e classificada como Área de Risco Potencial Significativo de Inundação.
Depois de analisar as Estratégias e Planos de Adaptação às Alterações Climáticas de 14 autarquias portuguesas, a embaixadora do Pacto Climático Europeu concluiu que “a inclusão de medidas de alimentação e agricultura nas estratégias de adaptação às alterações climáticas e de planeamento do território é, atualmente, muito limitada e inconsequente”.
“Na Área Metropolitana de Lisboa quase não há infraestruturas para a bicicleta enquanto meio de transporte”, afirmou António Gonçalves Pereira, embaixador em Portugal do Pacto Climático Europeu e coordenador da Ecomood Portugal.
O Pacto Climático Europeu defende a eliminação dos combustíveis fósseis e a transição para sistemas energéticos renováveis de forma justa, ordenada e equitativa, como forma de limitar o aumento da temperatura global a 1,5 graus celsius nas próximas décadas.
Em comunicado, o Pacto Climático Europeu relembra que esta diretiva “determina que os projetos de energias renováveis até 100 kWp de potência instalada tenham os seus licenciamentos concluídos em menos de um mês”.