O terceiro dia de votações na especialidade do Orçamento do Estado para 2026 trouxe várias coligações negativas, nomeadamente na saúde e nos transportes.
Ministro da Reforma do Estado aponta para "poupanças relevantes" quando concluída a missão que tem em mãos mas volta a assegurar que o caminho para lá chegar não passa por cortar salários e despedir funcionários.
Deputado centrista não alinha no "pessimismo reinante" em relação à economia nacional e acentua que o país está a crescer "bem acima da média europeia" e ocupa uma "posição invejável do ponto de vista da consolidação das contas públicas e na redução da dívida pública".
Deputado Miguel Costa Matos lembra que não há nenhuma instituição, além do Governo, a prever um excedente orçamental, e que a Aliança Democrática o faz com base em "truques", como por exemplo a quebra no investimento, a suborçamentação da saúde, os cortes de 400 milhões de apoios aos agricultores e e 1500 milhões nas politicas de combate às alterações climáticas.
Deputado do CDS destacou a decisão "responsável" dos socialistas ao optarem pela viabilização do Orçamento do Estado para 2026, através da abstenção, e argumentou que se o Governo da AD cumprisse o programa do Chega, o país teria um défice de 15%.
Governo e a direção da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) estão a deixar os trabalhadores do fisco numa “situação de profundo descontentamento e de profunda desmotivação”, afirma a Associação Sindical dos Profissionais da Inspeção Tributária e Aduaneira, criticando a proposta de Orçamento do Estado para 2026.
Segundo a liberal “continuamos a ter inúmeros problemas na saúde, na educação, ao nível da mobilidade e portanto, a despesa aumenta sem que os portugueses sintam que estão a ser valorizados”.