Nicólas Maduro

Venezuela: Rangel condena “perseguição da oposição” e pede libertação de luso-venezuelanos detidos

O chefe da diplomacia portuguesa, Paulo Rangel, manteve na segunda-feira uma conversa com Edmundo González Urrutia, candidato que reclama vitória sobre o Presidente venezuelano Nicolás Maduro nas eleições de 28 de julho, e com a líder da oposição, María Corina Machado, "sobre as eleições e a onda de repressão", segundo publicação do ministério na rede social X.
Venezuela: Rangel condena “perseguição da oposição” e pede libertação de luso-venezuelanos detidos

Luso-venezuelanos de regresso à Madeira. Governo regional estará preparado, crê Venecom

"Penso que não vamos ter uma vaga como tivemos em tempo anteriores, porque a situação atual das pessoas não é a mesma. As pessoas quando vieram já sofriam, há algum tempo, as consequências da governação na Venezuela. Neste momento, não imagino que regressem tantas pessoas. No entanto, acredito que vão regressar algumas", afirmou Ana Monteiro, assegurando que atualmente o governo madeirense está mais bem preparado para dar resposta a uma situação do género.
Bianca Marques12 Ago
Luso-venezuelanos de regresso à Madeira. Governo regional estará preparado, crê Venecom

Venezuela: da contestação interna a Maduro à pressão internacional, agrava-se a tensão no país

Os resultados eleitorais para o período 2025-2031 foram tornados públicos após terem sido 80% dos boletins de voto e 59% dos eleitores terem comparecido às urnas. Logo a seguir, o presidente do CNE, Elvis Amoroso,  declarou o resultado como "irreversível". De imediato, a oposição venezuelana reivindicou a vitória nas eleições presidenciais de domingo, com mais de 70% dos votos, rejeitando a vitória de Maduro.
Inês Amado e Lusa31 Jul
Venezuela: da contestação interna a Maduro à pressão internacional, agrava-se a tensão no país

Venezuela: Países sul-americanos pedem reunião de emergência

Nove países da América Latina pedia uma a reunião extraordinária da Organização de Estados Americanos (OEA) contra a falta de transparência das eleições presidenciais na Venezuela que deram a vitória a Maduro com 51,2% dos votos, que contraria as sondagens à boca da urna. Apesar da contestação interna, os militares continuam fiéis ao presidente venezuelano, evitando o temido banho de sangue no imediato.
João Barros30 Jul
Venezuela: Países sul-americanos pedem reunião de emergência