A mata atlântica, em Minas Gerais, Brasil, não invoca apenas o poder da natureza. Nela nasceu o maior museu a céu aberto do mundo. Bernardo Paz sonhou-o e, agora, está a erguer um novo capítulo ali ao lado.
O cruzamento entre os saberes e tradições de Idanha-a-Nova com a cultura da ‘Boomland’, o terreno onde desde 2002 acontece o Boom Festival, é o objetivo de “Dia da Boomland”, que estreia em 26 de setembro, anunciou hoje a organização.
O modelo produtivo associado ao touro bravo surge como um exemplo particularmente relevante de compatibilização entre actividade económica, conservação da natureza e coesão territorial.
“Entre as principais mudanças destacam-se a simplificação profunda dos processos de licenciamento, com redução significativa de etapas, prazos e exigências administrativas, promovendo um modelo mais rápido e previsível; menor carga de procedimentos prévios e maior enfoque na fiscalização posterior, garantindo equilíbrio entre agilidade e rigor”, refere o executivo num comunicado hoje divulgado.
Falar de biodiversidade no contexto da transição energética é, cada vez mais, uma conversa necessária. Não porque seja simples, precisamente porque não é. E as conversas difíceis, quando bem conduzidas, são as que mais nos fazem avançar.
Erling Kagge narra aqui a história da perseguição do sonho de atingir esta região remota e inóspita, onde há um único nascer do sol por ano e um único pôr do sol, a que se seguem seis longos meses de escuridão. Sonho esse que o próprio concretizou já por duas vezes.
A decisão da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), hoje anunciada, após o Congresso Mundial de Reservas da Biosfera, que decorreu durante a semana em Hangzhou, China, acrescentou 26 novos locais em 21 países à rede mundial da biosfera da instituição, nomeadamente em quatro países lusófonos.
O jornalista Xesús Fraga percorre neste livro aquilo a que chama “coluna vertebral, física e simbólica da Galiza”, imergindo na História local e nas histórias dos seus habitantes, num registo tão lírico quanto informativo, sem abusar de um nem do outro.
Documento assinado por várias organizações foi publicado a poucos meses da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 30), que acontecerá, em novembro, na cidade amazónica de Belém.
"Serão apoiadas ações que promovam a proteção e preservação da natureza e da biodiversidade, o desenvolvimento e manutenção de infraestruturas verdes e a valorização e recuperação do património natural", detalhou o Alentejo 2030.
A meio caminho entre livro de memórias, lição de história natural e reflexão filosófica, este livro do sueco Fredrik Sjöberg revela-se uma curiosa meditação sobre a felicidade, que não abdica do humor.
Nesta homenagem às árvores, Bagão Félix discorre não só sobre as caraterísticas mais científicas, como também nos revela as suas relações com a arte, a literatura, religiões e tradições, a toponímia ou a cultura popular.
“O projeto da central fotovoltaica flutuante de Cabril terá uma potência de ligação de 47,77 MWp [mega watt-pico] gerada em 82.368 painéis solares, cada um capaz de produzir uma potência de pico de 580 Wp e ocupando uma área total de painéis de 33,97 hectares”, revela o resumo não técnico do estudo de impacto ambiental, disponível na plataforma participa.pt.
A empresa promotora decidiu na reformulação manter “o mesmo número de painéis do projeto inicial, mas com uma maior dispersão, mitigando algumas preocupações levantadas”, pode ler-se num documento consultado hoje pela agência Lusa no portal Participa, da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).
Segundo o Governo, "este investimento, autorizado nos últimos dias de 2024 e financiado pelo Fundo Ambiental, que é tutelado pela Ministra Maria da Graça Carvalho, destina-se a iniciativas em todo o país, contribuindo para um futuro mais sustentável e resiliente e para uma maior coesão territorial".
Luxemburgo (70,8 pontos em 100), Estónia (70,5) e Dinamarca (69) ocupam, por esta ordem, os lugares de topo no índice consultado hoje pela Lusa, que se apresenta como uma “avaliação aprofundada” sobre 25 “indicadores críticos”, desde a cobertura de áreas protegidas e espécies ameaçadas, até à legislação de conservação e tendências futuras para a biodiversidade.
O cargo de representante especial, no qual vai responder aos Ministérios do Ambiente e dos Negócios Estrangeiros, vai ser assumido no final deste mês, embora Ruth Davis esteja já envolvida em Cali como ativista da natureza na delegação do Reino Unido.
O que fizermos até 2030 definirá o futuro da vida na Terra. Temos apenas cinco anos para mudar de curso e evitar que os danos à natureza e o aquecimento global nos levem a pontos de rutura irreversíveis.
Em muitas noites, os foguetes ressoam pelas várias freguesias da ilha. Dizem-me que não há ilha com tantas festas como a Terceira, ilha-portal para um mundo ainda em afinidade com os ritmos da natureza.