A mata atlântica, em Minas Gerais, Brasil, não invoca apenas o poder da natureza. Nela nasceu o maior museu a céu aberto do mundo. Bernardo Paz sonhou-o e, agora, está a erguer um novo capítulo ali ao lado.
Se a Europa pensa, sobretudo os poderes instituídos, que está vacinada contra a contestação social nas ruas, está muito enganada. A carestia é o destino certo se não se chegar rapidamente a uma solução de paz na Ucrânia.
Os vazios urbanos têm um grande valor ambiental, social e económico, e podem ser geradores de redes de espaços intermediários de transição e cooperação. Importa reconquistá-los.
Na corrida pela sustentabilidade, todos os pormenores contam. Porque há pequenos gestos que fazem a diferença, a sobrevivência do Planeta está nas suas mãos.