O industrial Dow Jones recua 0,65% para 53,211.83 pontos, o tecnológico Nasdaq cai 0,36% para 26,309.38 pontos e o S&P 500 perde 0,44% para 7,677.76 pontos.
Segundo a análise de mercados do Millenium, "Wall Street arranca em leve baixa, após a revelação de que o setor privado nos EUA destruiu emprego de forma inesperada em junho, devido a uma diminuição nas folhas de pagamento nos serviços, que ofuscou a geração de emprego na indústria".
"Empresas ligadas ao setor de renováveis, incluindo First Solar, Enphase, Sunrun e GE Vernova, estão em foco, numa altura em que o Senado norte-americano discute um projeto lei de gastos, que determina o final gradual de incentivos fiscais para projetos eólicos e solares até o final de 2027, mas com algumas nuances que animam empresas menos dependentes de fornecedores externos, nomeadamente chineses", frisou o analista.
Segundo o analista de mercados do Millenium Investment Banking Ramiro Loureiro, "Wall Street prepara-se para arrancar em alta, prolongando os ganhos de ontem, o que levará o S&P 500 para o seu valor mais elevado de sempre".
Dou especial valor às reações divergentes. Por exemplo, quando uma empresa divulga maus resultados e a cotação não desce, isso é um sinal de força do mercado. Pelo contrário, se as notícias são boas e o ativo em questão não valoriza ou até cai, é um sinal de fraqueza.
Por índice, o tecnológico Nasdaq valoriza 0,88% (19.576,21 pontos), seguido do S&P 500 (+0,74%; 6.021,04 pontos) e do Dow Jones (+0,64%; 42.469,91 pontos).
Na quarta-feira, a Nvidia anunciou lucros de 18,775 mil milhões de dólares relativos ao primeiro trimestre, mais 26% do que o registado no período homólogo.
No espaço de um mês entre o Liberation Day de 2 de abril e o dia de hoje a maioria dos principais índices europeus e norte-americanos ainda estão no vermelho. Contudo as bolsas da Alemanha, Espanha e o Nasdaq já voltaram ao verde. Mas se levarmos em consideração o início do ano os mercados norte-americanos estão ainda com perdas ao contrário dos principais índices europeus.
Wall Street caiu acentuadamente na quarta-feira após os ganhos moderados de terça-feira. A queda sucede a divulgação do PIB que revelou um recuo de 0,3% no primeiro trimestre com disparo nas importações antes das tarifas.
Investidores aguardam novos desenvolvimentos da política comercial de Donald Trump. O índice tecnológico Nasdaq cai 1,61% para 16.023,86 pontos, com a Tesla a tombar 5,40%
Segundo o analista de mercados do Millenium, Ramiro Loureiro, "Wall Street arranca em baixa, com o setor tecnológico a castigar o sentimento, depois do governo norte-americano ter anunciado novas restrições na venda de chips para a China, numa intensificação da guerra tecnológica entre Pequim e Washington".
Segundo o analista de mercados do Millenium, Ramiro Loureiro, "espera-se mais uma sessão de grande volatilidade em Wall Street, a avaliar pela oscilação que o mercado de futuros sobre os principais índices de ações norte-americanos tem vindo a evidenciar".
Segundo o analista de mercados do Millenium, Ramiro Loureiro, "Wall Street arranca em clima de sell-off generalizado, em reação à aplicação de tarifas recíprocas anunciada ontem por Donald Trump".
As ações dos EUA fecharam em forte queda na quarta-feira, enquanto o presidente Trump preparava-se para revelar as novas tarifas sobre as importações de automóveis dos EUA. A Tesla encerrou sessão do lado das perdas, tendo cedido 5,60% para 271,99 dólares
As tarifas de 25% impostas pela administração Trump aos produtos do Canadá e do México e a duplicação da tarifa universal de 10% cobrada à China entram hoje em vigor.
Segundo o analista de mercados do Millennium Ramiro Loureiro, "Wall Street arranca maioritariamente em leve alta, no dia em que se aguardam por dados preliminares de atividade na indústria e serviços dos EUA em fevereiro, esperando-se que denotem um leve ganho de ritmo de expansão".