Quando a FIFA apresentou o torneio organizado por Estados Unidos, Canadá e México, fê-lo sob a bandeira da sustentabilidade. A utilização de estádios já existentes — em contraste com o modelo do Catar — foi apontada como prova de uma nova consciência ambiental. Mas esse argumento tem vindo a perder força à medida que surgem estimativas mais abrangentes sobre o impacto real do evento. Esta deve ser a edição mais poluente da história.