"Nas próximas semanas, começará a ver veículos da Waymo nas ruas de Munique (Alemanha), onde iniciaremos os testes de condução autónoma pela cidade", disse a empresa.
O presidente da Câmara do Funchal referiu que já se sente uma "maior pressão" sobre as infraestruturas rodoviárias da cidade devido ao aumento dos turistas.
O projeto "The Future Design of Streets" é um exemplo do que se está a discutir em Portugal para, entre outros aspetos, reduzir a dependência de veículos motorizados e melhorar a qualidade de vida.
Os problemas ambientais resolvem-se a par com os da mobilidade, i.e., com a transição para transportes coletivos e não pela troca de automóveis individuais a combustão por automóveis individuais elétricos.
Os postos de carregamento serão instalados nos próximos nove meses. Quatro postos de carregamento ficarão em parques de estacionamento: Edifício 2000, Campo da Barca, Praça Colombo, Praça Severiano Ferraz e dois na via pública.
O Plano de Mobilidade que o Governo está a preparar contempla, além do aumento de verbas, a gestão dos transportes a um nível supramunicipal e a implementação de soluções complementares, como o transporte a pedido.
A Iniciativa Liberal lembrou que o voto antecipado e em mobilidade está disponível em outras eleições com exceção das eleições regionais da Madeira. "São tratados como portugueses de segunda por outros que se dizem madeirenses", disse a força partidária.
O executivo madeirense destacou medidas como o Programa de Incentivo à Mobilidade Elétrica na Região Autónoma da Madeira, que já permitiu a aquisição de mais de mil veículos 100% elétricos, entre automóveis, motociclos e bicicletas, com candidaturas que ultrapassaram os 4,1 milhões de euros.
A gratuitidade dos transportes públicos, será para residentes no Funchal, e estudantes entre os 12 e os 23 anos. A autarquia prevê investimento de 2,5 milhões de euros, por ano, na mobilidade.
Número de empresas signatárias cresceu durante o final da semana passada e poderá chegar à meia centena, admite a autarquia bracarense. O objetivo desta iniciativa, que conta com a BCSD Portugal como parceira, passa por evitar a emissão de mais de 600 toneladas de carbono ao ano. Ouça o podcast "JE Entrevista".
Um estudo realizado pelo grupo Ageas Portugal sobre a 'Micromobilidade nos centros urbanos de Lisboa e Porto', conclui que 14% da população ativa nesses centros urbanos utiliza bicicletas e trotinetes, no entanto um em cada cinco utilizadores já sofreram um acidente.
Segundo a Flixbus, "na fase inicial, os autocarros vão funcionar com uma mistura de diferentes combustíveis - de origem biológica e fóssil", estando previsto o aumento progressivo da "percentagem de biogás (LBG) proveniente de resíduos orgânicos nesta mistura, até que os autocarros funcionem totalmente com biogás, resultando numa taxa de redução média das emissões de CO2 de cerca de 80%".
O primeiro-ministro recordou que “grande parte das emissões dos gases de efeito de estufa são causadas pela mobilidade”, considerando necessário “mudar o paradigma da mobilidade”.
Confirme antecipadamente na agência, num serviço online ou com a transportadora em concreto que a fatura-recibo é detalhada e contem os dados mencionados anteriormente, pois este tem sido um dos grandes constrangimentos.
O BE considera que isso deve ser feito através da criação de uma empresa pública de navegação para as ligações marítimas entre a Madeira e o Porto Santo e também ao território continental, a preços acessíveis e durante todo o ano.
A legislação desta portaria entra em vigor a 2 de outubro, e faz parte do Acordo sobre a Mobilidade da CPLP, um acordo que visa facilitar a mobilidade entre os países pertencentes a CPLP, através da adoção de um regime mais simples na emissão de vistos.
Os apoios financeiros nesta área contribuem para novas formas de produção e, também, para novos modelos de negócio, mais eficientes e fundamentados no conceito da economia verde.