Existe ainda um grande desconhecimento sobre os instrumentos financeiros disponíveis, muitas vezes por excesso de complexidade técnica ou falta de comunicação eficaz.
Evoco neste ensaio duas obras, duas autoras (melhor, três) para melhor ilustrar o percurso de algumas conquistas das mulheres em Portugal e na Europa. A primeira, uma peça de teatro, a segunda, uma biografia.
Em vez de sustentabilidade deveríamos referir directamente uma economia assente no pressuposto da regeneração. Garantir a regeneração, abstermo-nos do que não seja regenerável.
Apesar das retóricas e iniciativas, a atracção do talento em Portugal e, consequentemente, a competitividade da economia, esbarram na cultura de favoritismo e opacidade que caracteriza o País.
Urge ensinar os portugueses a investir um pouco do seu tempo para fazerem um planeamento financeiro onde sejam consideradas as diversas opções de investimento para as suas poupanças.
Hoje, quem nos empurra para fora da modorra são os nossos aliados, a bendita UE, BCE, OCDE, NATO. Mas não bastam. Os portugueses têm de entender o mundo onde estamos metidos.
O que acontece quando a vida em conjunto se torna uma escolha forçada e a única alternativa? O que acontece quando escolhemos, de forma constante, abdicar da nossa privacidade?