A evolução continua a ser explicada pelo aumento da capacidade do mercado e pela forte concorrência entre seguradoras nas principais linhas de produtos, num contexto em que as condições de resseguro permanecem favoráveis.
O estudo A Visão das Empresas Portuguesas sobre os Riscos’, da Marsh, demonstra que 53% das organizações aponta esta como a maior ameaça. Esta é uma mudança de paradigma face ao ano passado, quando a maior preocupação era a instabilidade política e social.
"A crescente concorrência, incluindo a entrada de novos seguradores no mercado, é atualmente o principal catalisador do aumento da capacidade do setor bem como da aplicação de taxas mais favoráveis e da disponibilização de opções de cobertura mais amplas", diz o Global Insurance Market Index, publicado pela Marsh.
Em "5 Minutos", o CEO da Mercer e da Marsh alerta para a necessidade de as empresas construírem planos de continuidade de negócio, tendo particular atenção às cadeias de fornecimento, à diversificação do destino geográfico dos negócios e, acima de tudo, dedicar muita atenção às pessoas e à sua formação e sensibilização
O volume global de transações tive uma recuperação em 2024, com o volume de fusões e aquisições (M&A) a atingir 3,4 biliões de dólares, o que traduz um aumento de 8% em relação a 2023, onde tinha sido atingido o valor mais baixo em 10 anos.
Este dado foi destacado no relatório da Marsh intitulado “Why the Cybersecurity Gap Between SMEs and Large Organizations Matters”, que evidencia os desafios significativos que as PMEs enfrentam na busca por uma maior resiliência digital.
Esta é a segunda diminuição trimestral consecutiva depois de sete anos de taxas crescentes, de acordo com o Global Insurance Market Index, divulgado hoje pela Marsh.
O maior número de ciberataques foi registado em instituições financeiras (21%), seguido por empresas de comunicação, media e tecnologia (17%), serviços profissionais (13%), setor industrial (9%) e cuidados de saúde (7%).
Estes são os três principais riscos para as organizações relacionados com os colaboradores, concluiu a consultora Mercer. "Embora estes riscos não sejam exclusivos da Europa, os desafios geopolíticos, como as eleições nos principais países e os conflitos à nossa porta, juntamente com um ambiente económico difícil, exigem um equilíbrio entre a economia e a empatia", explica um especialista.
A subida de preços manteve-se relativamente consistente na maioria das regiões, que registaram um ligeiro decréscimo, segundo o Global Insurance Market Index.
Estudo da Marsh aponta também os ataques cibernéticos e (47%) e a retenção de talento (44%), como os outros dois riscos com que as empresas portuguesas vão ter de lidar este ano, sendo que a próxima década será marcada pela adaptação a um cenário internacional em constante evolução.
Entre outras conclusões, o relatório destaca que os prémios dos seguros de danos materiais aumentaram, em média, 6%, o que traduz um ligeiro decréscimo face aos 7% registados no trimestre anterior; e que os prémios de responsabilidades aumentaram 3%, mantendo-se a taxa de aumento dos quatro trimestres anteriores.
Os preços dos seguros aumentaram, globalmente, 3% no terceiro trimestre de 2023, de acordo com o Global Insurance Market Index divulgado pela Marsh, empresa do Grupo Marsh McLennan.
As empresas do grupo Marsh McLennan abriram candidaturas para o programa ‘Summer Trainees’, uma iniciativa direcionada a alunos do ensino superior e cujas inscrições terminam a 31 de maio.
A conclusão é do estudo anual “A Visão das Empresas Portuguesas sobre os Riscos”, referente a 2023, elaborado pela consultora Marsh e divulgado esta quarta-feira.
Relatório da Marsh, divulgado esta quinta-feira, revela que necessidade de diversificar as cadeias de fornecimento para aumentar a segurança alimentar e energética vai continuar a atrair oportunidades de investimento. Idêntica dinâmica será vivida na área da defesa.
As duas empresas integram o integram o universo Marsh McLennan, gigante mundial de serviços profissionais nas áreas de risco, estratégia e capital humano.