O retalho do futuro não será uma escolha entre eficiência e experiência. Será a interseção das duas: uma eficiência invisível que, por sua vez, potencia uma experiência memorável.
A inteligência artificial parece um maratonista de fundo. Treina, resiste e tem ambição. Mas por mais que a ‘máquina’ aprenda, ainda não esgrime palavras ao nível de um tradutor experiente. Falta-lhe sensibilidade para captar as subtilezas da língua literária. Palavra de tradutor.
Tuhin Malik, Helena Pais e Constança Providência, da Universidade de Coimbra, com pares da China e na Índia, anunciam um passo em frente no estudo das estrelas de neutrões. "As utilizações de métodos estatísticos revelam-se essenciais para o sucesso deste problema", adiantam.
Em comunicado, a empresa revela que os projetos têm tido retorno na redução dos custos de produção, na otimização processual, na satisfação do cliente ou na produtividade das equipas.
As empresas que dominam o uso de dados e inteligência artificial destacam-se pela inovação, explorando novas oportunidades e desenvolvendo modelos de negócio disruptivos.
Empresas que pretendem prosperar na era digital precisam de abraçar este desafio, investindo na criação de infraestruturas de dados robustas e capacitando as suas equipas com as ferramentas e competências necessárias.
Na Europa, onde a tendência de compras por impulso ainda é forte, a estratégia para se prever a procura em tempo real torna-se ainda mais importante. Na Ásia, observamos uma aposta em calendários de promoção antecipados.
Uma oportunidade, ainda que não isenta de riscos. Mais do que tudo, importa que os utilizadores saibam como funciona e quais os limites do software em utilização, não querendo algo que a IA não faz.
A proposta de Miguel Caçador e Gabriela Oliveira, alunos do mestrado em Engenharia Física da Universidade do Minho, é usar inteligência artificial num computador quântico para analisar os dados do CERN.
A Faculdade de Ciências e Tecnologia da UC coordena o projeto europeu AIGreenBots, que tem como objetivo desenvolver robótica e 'machine learning' para a agricultura.
"54% do tecido empresarial nacional possui recomendações documentadas sobre medidas, práticas ou procedimentos de segurança das TIC" , revela Bruno Castro, CEO da VisionWare.
Para este ano, segundo a empresa portuguesa ESI Robotics, podemos esperar que a indústria continue a testemunhar transformações com impacto em diversas áreas. Uma delas é a Inteligência Artificial (IA), que vai continuar a ser tendência.
Com os dados certos podemos obter insights, identificar problemas e oportunidades e, por fim, tomar decisões que colocam a empresa na trajetória certa e maximizam o crescimento.
O projeto internacional SWATNet envolve instituições de oito países e quer avançar na compreensão física dos principais agentes do clima espacial na Terra, através da Rede de Treinamento Inovador Marie Skłodowska-Curie no campo da heliofísica para treinar investigadores em início de carreira.
Depois de se reforçar com 250 colaboradores no ano passado, a tecnológica volta em força ao mercado para responder às necessidades de crescimento. A Critical Software anuncia também a intenção de aumentar em 30% os participantes no programa de estágios de verão Summer Camp.
Apesar dos benefícios evidentes, a integração de assistentes digitais no setor público não está isenta de desafios. Um deles é garantir a transparência e a responsabilidade na tomada de decisões destes assistentes digitais.
2024 é apontado como o ano da regulamentação da IA. As empresas terão de preparar-se para aderir a novas normas em matéria de privacidade dos dados dos consumidores, ética e cibersegurança.
A CEO da Leya defende uma legislação equilibrada e que pondere os vários interesses. Já o músico Pedro Abrunhosa é pragmático: “A máquina pode ter o léxico, mas não tem a semântica. Não lhe podemos reconhecer originalidade. É uma imitadora".
A fintech vai criar o primeiro sistema de pontuação de crédito com recurso a 'quantum machine learning' na Europa com o objetivo de expandir as oportunidades de crédito para empresas normalmente ignoradas pelas avaliações padrão.
Até 2030, estima-se que 1,1 biliões de postos de trabalho sejam transformados pela tecnologia, segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) citados pela Experis em comunicado de imprensa divulgado a propósito do estudo.