"O software corrompido foi removido e não há provas que sugiram que o intruso tenha conseguido continuar a ter acesso aos sistemas informáticos do Tesouro", acrescentou.
Uma queixa recorrente há mais de duas décadas levou a secretária de Estado do Tesouro a Pequim para debater medidas alternativas. Os EUA propõem um apoio à procura e não à oferta.
Janet Yellen espera agora discutir "práticas comerciais injustas" e, em particular, destacar "o impacto da sobreprodução chinesa na economia mundial", segundo o Departamento do Tesouro.
“É da nossa responsabilidade manter abertos os nossos canais de comunicação, incluindo entre os nossos dois exércitos, e penso ser urgente que o façamos. Ainda não foi possível concretizá-lo”, sublinhou Blinken num encontro com o seu homólogo chinês Wang Yi em Jacarta, disse à agência noticiosa AFP um responsável norte-americano sob anonimato.
De visita à China, a 'ministra das Finanças' norte-americana quer que Pequim tenha uma atitude "de mercado" nas suas relações com a economia e as empresas dos Estados Unidos. O momento da relação entre os dois países é crítico.
O incumprimento está intimamente ligado ao teto da dívida, uma vez que este teto proíbe o governo de se endividar acima do limite, que já foi ultrapassado em janeiro.
O prazo final aproxima-se. Um de junho é considerada a data-X em que a maior economia mundial fica sem dinheiro no cofres para pagar aos seus credores. Duas das quatro maiores agências de rating já colocaram a dívida dos EUA sob vigilância.
Nos EUA, assiste-se a um 'game of chicken' entre democratas e republicanos, em que cada parte conduz um carro em rota de colisão, a ver quem desvia primeiro.
O impasse em torno do teto da dívida dos EUA e a crise bancária que se vive no país vão marcar a ida de Janet Yellen, secretária do Tesouro norte-americano, à reunião do G7, no Japão.
A secretária de Tesouro dos EUA, Janet Yellen, avisou este domingo que o incumprimento da dívida dos Estados Unidos, que pode acontecer já a partir de junho, provocaria o "caos financeiro e económico".
Nos EUA, desde 1917 que ultrapassar o teto da dívida pública está sujeito a aprovação. Segundo Janet Yellen, o limite será ultrapassado em junho, mas a Goldman Sachs admite que dure até agosto.
Numa carta dirigida ao presidente da Câmara dos Representantes, Kevin McCarthy, Janet Yellen estimou que o Tesouro não poderá cumprir as suas obrigações governamentais "no início de junho, potencialmente no dia 1 de junho, se o Congresso não aumentar ou suspender o limite da dívida antes disso".
Janet Yellen voltou a lembrar que o Governo federal só dispõe de fundos para fazer face às suas obrigações até junho, argumentando que uma entrada em incumprimento irá ter consequências irreversíveis no aumento dos custos de financiamento do país.
A secretária do Tesouro dos Estados Unidos disse esperar que a economia do país se mantenha em crescimento, apesar da crise do setor bancário tenha aumentado os receios de uma recessão nos próximos meses.
Dos 17 biliões de dólares do total de depósitos bancários dos EUA, quase 7 biliões de dólares não estão segurados pela Federal Deposit Insurance Corp (FDIC), escreveram os analistas do JP Morgan.
Janet Yellen disse que o dinheiro dos contribuintes não será caução para todos os depósitos do sistema bancário. Os bancos reagiram com desconforto e Wall Street estancou a recuperação que vinha ensaiando nas horas anteriores à declaração.
A ideologia ambiental, relativamente ao nuclear, e o taxar tudo o que dá lucro, levará a Europa, mais tarde ou mais cedo, a confrontar-se com a realidade.