Na última década, temos assistido a um movimento social crescente que defende a partilha e a participação coletiva. Na Europa, há excelentes exemplos de projetos cada vez mais inovadores. Em Portugal, a Rede Co-habitar tem tido um papel fundamental.
Analisar, compreender e usar modelos de negócio digitais é hoje fundamental, mas com os “pés assentes na terra física” para que não se criem futuras marionetas humanas, ou autênticos vegetais digitais.