O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, lançou críticas à dona do Facebook por bloquear o acesso a notícias nas suas plataformas numa altura em que o país enfrenta os piores incêndios da história.
O ministro da Administração Interna pediu hoje a toda a população para ter "cuidados redobrados" nos próximos dias evitando ignições de fogos, quando se prevê aumento significativo das temperaturas.
De acordo com a imprensa local, o processo foi apresentado por três escritórios de advogados que representam pessoas afetadas pelos incêndios de Lahaina, antiga capital do arquipélago e uma das zonas turísticas mais populares do Havai.
As polémicas não devem retirar importância às mensagens que o Papa Francisco deixou. "Não estamos no mundo para servir os nossos interesses, mas ir ao encontro de quem precisa de nós", lembrou.
O Governo está a ponderar declarar situação de alerta devido ao elevado perigo de incêndios rurais nos próximos dias, em que se prevê um quadro meteorológico "complexo", disse este domingo a secretária de Estado da Proteção Civil.
O combate ao incêndio que está hoje a lavrar na zona de Cascais está ser reforçado com “mais meios” devido à proximidade de habitações, sendo o vento a principal dificuldade, segundo a Proteção Civil.
A Grécia está "em guerra" contra os incêndios florestais que assolam o país e tem "mais três dias difíceis" pela frente devido às altas temperaturas, declarou hoje o primeiro-ministro grego, Kyriakos Mitsotakis.
Estes resultados em termos de áreas ardida posicionam 2022 "como o quarto ano mais severo da última década (2013-2022), com quase o dobro da área média ardida no último quinquénio (58,8 mil hectares)", refere a autoridade estatística nacional.
Comunidade Intermunicipal (CIM) do Tâmega e Sousa colocou no terreno, em permanência, 30 elementos das equipas dos sapadores, numa estratégia de proteção e prevenção contra incêndios.
“Comparando os valores do ano de 2022 com o histórico dos 10 anos anteriores, assinala-se que se registaram menos 15% de incêndios rurais e menos 40% de área ardida relativamente à média anual do período”, segundo o documento.
Este risco, determinado pelo IPMA, tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo e os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.
Entre os conselhos deixados pela Proteção Civil estão: "Não deite fósforos acesos ou cigarros para o chão; Não acenda fogueiras nem faça queimadas; Não lance foguetes; Limpe o mato em redor da sua habitação".
Chegou o verão e o calor. A partir deste sábado, o dispositivo de combate a incêndios rurais está reforçado, passando a estar em prontidão quase 14 mil operacionais.
O primeiro-ministro alertou hoje, no memorial de homenagem às vítimas dos incêndios de 2017, no concelho de Pedrógão Grande, que o passado pode repetir-se, referindo que o país está particularmente exposto aos riscos das alterações climáticas.
O IPMA lembra que os incêndios florestais que há semanas assolam o Canadá, têm emitido para atmosfera quantidades significativas de gases e partículas que são transportados e dispersos pelos ventos.
Numa nota publicada na terça-feira no sítio oficial da Presidência da República na Internet, o chefe de Estado afirma que "teve conhecimento, pela comunicação social, da cerimónia de inauguração, no próximo dia 27 de junho, do monumento de homenagem às vítimas dos incêndios de 2017 em Pedrógão Grande".
Estamos próximos da ‘silly season’, em que os temas vão ser a falta de mão de obra no setor do turismo, os preços dos alimentos que teimam em não descer, os juros que continuam elevados e os incêndios.
“Um Governo que tanto nos prometeu, que tanta expectativa nos criou, neste momento esquece-nos e, pior, ainda nos retira, ainda nos subtrai aquilo que é nosso por direito, que é destas populações por direito”, afirmou à agência Lusa Dina Duarte.