O problema das campanhas negativas e pessoalizadas é que, para além de serem desinteressantes, acabam por conduzir à eleição não do melhor candidato, mas sim daquele que mais portugueses consideram o menos mau.
O quadro relativamente favorável não pode trazer complacência. A economia mundial e, em particular, a economia europeia, enfrentam riscos elevados em 2025, que se podem traduzir num desempenho inferior ao esperado da economia portuguesa.
"As vulnerabilidades soberanas estão a aprofundar-se. Apesar das reduções recentes nos rácios de dívida, os desafios orçamentais permanecem em vários países da zona euro, exacerbados por questões estruturais, como um baixo crescimento potencial ou incerteza política acrescida", lê-se no relatório publicado esta quarta-feira pelo BCE.