Foi com aquela expressão que o ministro dos Negócios Estrangeiros israelita se referiu à ativista sueca, depois de esta ter sido deportada por aquele Estado.
Em comunicado, o Hamas assinalou a libertação de 369 prisioneiros palestinianos por Israel prevista para hoje em troca dos reféns, que já chegaram a Ramallah e à Faixa de Gaza.
Após a tomada de posse, em Washington, Donald Trump anulou a ordem executiva emitida pelo antecessor, Joe Biden, em fevereiro de 2024, antes de impor sanções financeiras a vários colonos israelitas.
O papa Francisco saudou o acordo de cessar-fogo em Gaza e incentivou a comunidade internacional a ajudar Israel e a Palestina a encontrarem uma “solução justa” de dois Estados que permita a reconciliação.
O cinismo e a hipocrisia estão presentes na resolução sem caráter vinculativo com que o Conselho de Segurança das Nações Unidas pede um cessar-fogo em Gaza. Moscovo e Caracas também estão na rota da análise desta semana do embaixador Francisco Seixas da Costa.
"Se nos propuserem um acordo, uma via de paz que torne Israel fraco e incapaz de se defender […], isso fará recuar a paz", declarou Benjamin Netanyahu à imprensa, após um encontro com o chanceler alemão, Olaf Scholz.
De um lado os Estados Unidos dizem que Israel concordou com o cessar-fogo, do outro, os israelitas dizem que nem sequer vão ao Cairo para tomar parte nas negociações.
Difícil é a posição dos palestinianos no terreno, mas também dos israelitas na diplomacia: numa guerra sem fim à vista, Benjamin Netanyahu parece querer manter a pressão militar para esperar por Trump. Mas novembro ainda está muito longe – ou talvez mesmo janeiro, quando o próximo presidente dos EUA entrar em funções. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.
Vida difícil para o presidente da Ucrânia e em várias frentes, uma delas a norte-americana. Nos EUA, os democratas começam a perceber que a triunfal caminhada de Trump rumo à Casa Branca pode ser inevitável. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.
Da Ucrânia e de Palestina, estas guerras têm marcado 2023 sem qualquer previsão de que 2024 seja um ano de apaziguamentos. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.
“Milhões de dólares foram gastos neste túnel, centenas de toneladas de cimento e muita eletricidade. Em vez de gastar todo esse dinheiro, o cimento ou a eletricidade em hospitais, escolas, habitações ou outras necessidades dos habitantes de Gaza”, disse o contra-almirante Daniel Hagari, porta-voz do Exército israelita, em declarações proferidas no interior do túnel.
Em entrevista ao JE, Nabil Abuznaid considera que na Europa "há um certo sentimento de culpa que leva a um apoio a Israel independentemente do que faça, como um bebé mimado.
A diabolização pessoal do primeiro-ministro de Israel, uma tentação em muitos países europeus e não só, é objetivamente um erro, sublinha o embaixador Francisco Seixas da Costa. O financiamento norte-americano à guerra da Ucrânia e a imigração na União Europeia são outros temas em análise nesta edição.