"Os generais não podem arrogar-se o direito de desafiar - por capricho - a vontade do povo. A lei das armas não tem lugar no mundo atual", denunciou Volker Türk, alto comissário da ONU para os Direitos Humanos, num comunicado de imprensa.
Esta é a segunda reunião do género em que os chefes militares do bloco regional continuam a discutir e a elaborar um plano para o eventual recurso à força para resolver a crise no Níger, na sequência do golpe de Estado de 26 de julho.
Depois da vitória nas eleições de maio, Pita Limjaroenrat e o Seguir em Frente têm enfrentado uma montanha de obstáculos das fações conservadoras, militares e pró-realeza tailandeses. Agora, o voto para confirmar o novo primeiro-ministro foi adiado até ser conhecida uma decisão do Tribunal Constitucional.