A obrigatoriedade de “trabalho social” invoca a reprovação moral de quem alegadamente “não faz nada” e, por isso, se necessita de algo, tem de o “merecer”.
O período do IRS mostra como, na grande maioria, ainda estamos pouco preparados para lidar com questões de literacia financeira e fiscal básicas e como isso pode afetar decisões importantes do dia a dia.
Sem um aparato militar independente e robusto, a Europa continua refém das decisões de Washington. A velha máxima ainda prevalece: “ser inimigo dos Estados Unidos é trágico, mas ser seu amigo é fatal.”
Atingimos o primeiro quarto do século. Um número respeitável que leva, inevitavelmente, a reflexões sobre a nossa vulnerabilidade perante a acelerada passagem do tempo.
O Estado e, por conseguinte, o Governo não podem fechar os olhos a esta violência. Cada pessoa explorada - as fortunas que pagam aos advogados por uma mão cheia de nada - é uma catástrofe humanitária, social e até económica.
Estamos a viver num ponto de grande fragilidade local e global, enquanto observamos muitos a aproveitar-se deste desnorte para forçar ruturas e retrocessos.
Entre Setembro de 2025 e Setembro de 2026, o parlamento não pode ser dissolvido, pelo que poderemos ficar com um governo de gestão durante mais de um ano.
É necessário promover o ensino junto dos mais novos, mas sobretudo da população em idade adulta, que, ouvindo números, não consegue entender o impacto na sua vida. Mais do que identificar um problema há que agir e educar.