Faixa de Gaza

Médio Oriente: Portugal “profundamente preocupado” pede suspensão de plano israelita para Gaza

“O Governo português está profundamente preocupado com o novo plano do Governo de Israel de ocupação de Gaza”, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), num comunicado divulgado na rede social X. Para o executivo, a decisão do Governo de Benjamin Netanyahu “põe em causa os esforços para o cessar-fogo e agrava a tragédia humanitária” na Faixa de Gaza, onde vivem mais de dois milhões de palestinianos.
Médio Oriente: Portugal “profundamente preocupado” pede suspensão de plano israelita para Gaza

Sócios da BCG concebem plano de 4 mil milhões de dólares para “realojar” 500 mil palestinianos

O Financial Times revela detalhes de um plano avaliado em quatro mil milhões de dólares, que implicou acesos debates internos na cúpula da Boston Consulting e previa uma compensação de nove mil euros para quem abandonasse voluntariamente a Faixa de Gaza. A BCG diz que "este trabalho não foi um projeto da BCG. Foi planeado e executado de forma secreta, fora do âmbito e sem qualquer aprovação da empresa. A BCG rejeita totalmente esta iniciativa. A BCG não recebeu qualquer pagamento por este trabalho".
Revista de Imprensa6 Jul
Sócios da BCG concebem plano de 4 mil milhões de dólares para “realojar” 500 mil palestinianos

UE/Cimeira: Costa rejeita que União fique impávida sobre Gaza e pede diálogo com “amigo” Israel

"Não devemos estar impávidos e devemos dialogar com Israel e confrontar Israel com os dados objetivos do relatório [europeu] e procurar que Israel faça aquilo que tem que fazer: aceitar o cessar-fogo, permitir a ajuda humanitária chegue à população de Gaza, assegurar que terminam os novos colonos ilegais na Cisjordânia, ao mesmo tempo que continuamos, obviamente, a dizer que o Hamas tem que, de forma incondicional, libertar os reféns", disse António Costa.
UE/Cimeira: Costa rejeita que União fique impávida sobre Gaza e pede diálogo com “amigo” Israel

Médio Oriente: É urgente travar hostilidades e garantir ajuda humanitária em Gaza, defende Paulo Rangel

“Sem se travar as hostilidades e os ataques que estão no terreno, a resposta manifestamente desproporcionada que está a ser dada em Gaza e que se agravou de modo catastrófico a partir de março, com o fim do cessar-fogo, não é possível avançar na solução dos dois Estados”, afirmou Paulo Rangel, que participou hoje na reunião do chamado Grupo de Madrid (Madrid+).
Médio Oriente: É urgente travar hostilidades e garantir ajuda humanitária em Gaza, defende Paulo Rangel